Archive for the ‘Live’ Category

6ª Rebel Rebel – João Suplicy e o Rock do João no Inferno Club

6ª Rebel Rebel - João Suplicy e o Rock do João

Dia 02/07, no Inferno Club, na 6ª edição da festa Rebel Rebel.

Aproveitando uma pausa na parceria com o irmão Supla na dupla Brothers of Brazil, João apresenta o show de seu novo projeto: João Suplicy e o Rock do João. Mesclando clássicos do Rock ‘n’ Roll, de Elvis Presley a Roberto Carlos, com ótimas composições próprias, ele é acompanhado por uma autêntica e experiente banda de Rockabilly e Boogie-woogie.

Além do próprio João (vocal, guitarra e violão), a banda conta ainda com Danyael Lopes (baixo acústico e vocais), Jeff Billy (bateria e vocais) e Jorge Cirilo (saxofone e vocais).
No palco eles vão fazer aquilo que mais sabem e que fica comprovado a cada show: energizar a audiência com o que há de mais original nas raízes do espírito do Rock.
Para completar a noite da apresentação, os DJs Rodrigo Branco (Kiss FM), Cadu Pelegrini (Kiara Rocks) Sammy Glitz e Humberto Luminati vão percorrer a história do Rock ao longo das décadas.

6ª Rebel Rebel – João Suplicy e o Rock do João no Inferno Club

Promoção da Rebel Rebel

SERVIÇO
Local: Inferno Club
Endereço: Rua Augusta, 501, Consolação, São Paulo.
Tel.: (11) 3120-4140.
Data: Sábado, 02/07, a partir das 23h30.
Lista até 1h: R$ 20,00 entrada ou R$ 40,00 consumo.
Lista após 1h: R$ 25,00 entrada ou R$ 50,00 consumo.
Lista: lista@infernoclub.com.br
Sem lista: R$ 30,00 entrada ou R$ 60,00 consumo
Camarote Open Bar R$ 70,00.
Reservas para Open Bar pelo e-mail: lista@infernoclub.com.br e no assunto: Open Rebel.
Promoções
Double Vodka: 23h30 – 1h
– Double Jager: 3h – 4h
– Aniversariante da semana + acompanhante são VIPs. Levando 15 convidados pagantes, ganha uma garrafa de vodka Skyy. Envie sua lista para lista@infernoclub.com.br até as 21h.
Sorteios
– Serão sorteados uma tatuagem e CDs, ao vivo no palco, entre todos que estiverem na festa.
Atenção: É proibida a entrada de menores de 18 anos (mesmo acompanhado dos pais). Necessária a apresentação de documento oficial original e com foto recente.

Inferno Club: http://www.infernoclub.com.br/
Facebook Rebel Rebel: https://www.facebook.com/RebelRebelRockParty/
Facebook Inferno Club: https://www.facebook.com/InfernoClube/

APOIO
KISS FM – Não Deixe o Rock Sair de Você
http://www.kissfm.com.br
OUI Comunicação – Assessoria
https://www.facebook.com/ouicomunicacao
Oval Tattoos
https://www.facebook.com/oval.ganesha
Black Rock Shop – CDs, DVDs, Vinis, Camisetas
http://www.blackrock.net.br

Rebel Rebel – 5ª edição da festa que vem agitando São Paulo no Inferno Club

Famoso pelas grandes festas e por ser um legítimo representante da boemia Rock N Roll da Rua Augusta, o Inferno Club segue firme fazendo jus à fama.

The Ace Of Spades Rock Party

Rodrigo Branco no Inferno Club

Com a participação dos DJs Rodrigo Branco (Rádio Kiss FM), Humberto Luminati, Sammy Glitz, Julia Bueno e Diego Barezi, a Rebel Rebel, já em sua 5ª edição, apresenta o melhor do Rock e do Pop dos anos 80, sem deixar de lado o melhor dos anos 60, 70, 90 e atualidades.

A Rebel Rebel viaja no tempo, passando por Ramones, James Brown, Sex Pistols, Iggy Pop, Joan Jett, Amy Winehouse, The Smiths, Talking Heads, Arctic Monkeys, Joy Division, A-Ha, The Cure, AC/DC, Kiss, Madonna, REM, Duran Duran, Red Hot Chili Peppers, New Order, Guns N Roses, Kaiser Chiefs, Camisa de Vênus, The Clash, Depeche Mode, Black Keys, Capital Inicial, Bon Jovi, Blondie, Green Day, U2, Michael Jackson e, obviamente, David Bowie entre muitos outros. São mais de quatro décadas de hits que marcaram a história da música.

Nesta edição da festa, além dos grandes sets com alguns dos melhores DJs de São Paulo, o Inferno Club leva para o palco a banda Rockin Stones, prestando um sensacional tributo aos Rolling Stones.

SERVIÇO
Local: Inferno Club
Endereço: Rua Augusta, 501, Consolação, São Paulo.
Tel.: (11) 3120-4140.
Data: Sábado (04/06), a partir das 23h30.
Lista até 1h: R$ 20,00 entrada ou R$ 40,00 consumo.
Lista após 1h: R$ 25,00 entrada ou R$ 50,00 consumo. lista@infernoclub.com.br
Sem lista: R$ 30,00 entrada ou R$ 60,00 consumo
Camarote Open Bar R$ 70,00.
Reservas para Open Bar pelo e-mail: lista@infernoclub.com.br e no assunto: Open Rebel.
Apoio: Rádio Kiss FM.
Promoções
– Double Vodka: 23h30 – 1h
– Double Jäger: 3h – 4h
– Aniversariante da semana e acompanhante são VIPs, e levando 15 convidados pagantes, ainda ganha uma garrafa de vodka Skyy. Lista para lista@infernoclub.com.br até as 21h.
Atenção: É proibida a entrada de menores de 18 anos (mesmo acompanhado dos pais). Necessária a apresentação de documento oficial original e com foto recente.

Fontes e Referências: 
OUI Comunicaçãohttps://www.facebook.com/ouicomunicacao/
Rebel Rebel: https://www.facebook.com/RebelRebelRockParty
Inferno Clubhttps://www.facebook.com/InfernoClube/

 

Saudações!
O brother e eterno guerreiro das noites de Rock N Roll de São Paulo, DJ e locutor da Kiss FM, Rodrigo Branco, postou em seu blog, “DEU BRANCO“, uma galeria de fotos feitas por mim (sim, eu mesmo) em suas duas últimas festas: SIOUX 66, no Café Aurora, e REVERENDO FRANKENSTEIN, no Spades Cafe SP. ROCK ON!

Deu Branco

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Nadando contra a corrente, só pra exercitar, todo o músculo que sente… já dizia o poeta. Nadando contra a corrente, colocamos o rock autoral pra rolar em noites de sexta e sábado.

Veja abaixo registros do parceiro Maurício R. Cozer, do blog Rock Universe, das apresentações das bandas SIOUX 66, no Café Aurora, e REVERENDO FRANKENSTEIN, no Spades Café.

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961522_10202960184955040_1471941582_nFotos por Maurício R. Cozer do blog Rock Universe
https://rockuniverse.wordpress.com

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REVERENDO FRANKENSTEIN – SPADES CAFÉ

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Fotos por Maurício R. Cozer do blog Rock Universe
https://rockuniverse.wordpress.com

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Rock In Rio 2013 Opinião sobre 13 shows

Logo do Rock In Rio

Rock In Rio 2013

Não é um “Top 13”, não existe ordem de relevância e são somente opiniões pessoais, não verdades absolutas – com uma ou outra opinião técnica sobre as bandas e alguns de seus músicos. Não vi todas as bandas do evento, mas das que vi os shows completos, seguem minhas impressões (muito) resumidas.
 
1 – Iron Maiden – Apresentação primorosa e um set malandramente certeiro, baseado nos clássicos consagrados. Jogo ganho. Você não precisa e nem deve entupir seu set de músicas novas num evento do porte de um Rock In Rio. Por mais que possam ser músicas excelentes, guarde-as para sua turnê fora de 90% dos grande festivais. E foi o que o Maiden fez.
2 – Metallica – Incríveis. A banda consegue manter um padrão praticamente inalterável de qualidade absoluta ao vivo. James domina tudo num raio de quilômetros. É impressionante a soberania do homem diante do público. No mais, os quatro devem ser robôs, cyborgs, warlords, sei lá. Só sei que foi uma apresentação irretocável.
Viper em sua formação 2012 para A To Live Again Tour

Viper: Guilherme Martin, Pit Passarell, André Matos, Hugo Mariutti e Felipe Machado. (Foto: Nando Machado/Wikimetal)

3 – Viper + André Matos – Minha banda favorita de Metal do Brasil. Gosto deles tanto quanto gosto do Maiden, mas tenho uma extrema preocupação com a voz de André Matos que mesmo sendo um grande vocalista, falha claramente algumas vezes. No mais, Felipe, Pit e Guilherme parecem nunca ter saído do palco e dos holofotes – e o Hugo é um reforço à altura da importância da banda, isso é inegável. É o habitat natural deles. Uma banda que NUNCA, JAMAIS em TEMPO ALGUM deveria deixar de existir. Resumindo: Long Live Viper!

Símbolo do DR SIN

DR SIN

4 – DR SIN + Roy Z + Republica – Show impecável, músicas fantásticas e precisão absoluta. Sim, sou tão fã do Dr Sin quanto do Viper. A participação do gigante Roy Z, um dos meus guitarristas favoritos, foi uma sacada inteligente para ambos. A tal banda República, não é ruim em absoluto, mas dados os monstros que estavam no palco com eles, admito: passei meio que batido pelo som deles. Ainda assim, do pouco que lembro, os caras não fizeram feio. Voltando ao DR SIN, o que vi, foi o mitológico Eduzinho “Malmsteen” Ardanuy barbarizando como sempre; Ivan “Simpatia” Busic tremendamente forte, técnico e carismático – aliás, um tremendo vocalista também como já sabemos há tempos e agora com um disco solo recentemente lançado; e o Andria que já é um puta baixista incontestável… meus amigos, o sujeito parece um vinho da melhor qualidade. Quanto mais o tempo passa, melhor ele canta. Andria “Assombroso” Busic, uma referência gigante para qualquer vocalista ou aspirante. Aprendam com esse homem!

Símbolo do Sepultura

Sepultura

5 – Sepultura – Porradaria sem fim como se não houvesse amanhã. Aquele pessoal do Les Tambours du Bronx caiu feito uma luva, mas também não fiquei surpreso. Não é de hoje que a banda flerta com todo tipo de percussão mundo afora. Já na apresentação com Zé Ramalho (que eu particularmente gosto muito), algumas músicas funcionaram melhor que as outras, mas no geral até que não ficou ruim. Nada menos que um show memorável.

6 – GhostEu entendi a proposta dos caras, até curto bastante um lance mais performático, teatral… mas não me convenceram, sinto muito. Tudo bem que o contexto não ajudou nem um pouco, contudo não acho certo terem hostilizado a banda como fizeram.
7Bon Jovi – Sempre curti, sempre fui fã, mas novamente a questão da voz foi determinante. Merece nosso respeito pela estrada e, principalmente, pela coragem. Seria o caso de baixar os tons e quem sabe mudar os arranjos de várias músicas. Jon, você continua incrível, mas precisa estudar uma solução para as músicas em tons muito altos.
8 – Bruce Springsteen – Como não amar esse cara? Acabou de fazer 64 anos (23/09) e pouco antes de seu aniversário passou como um rolo compressor em cima de tudo e todos, feito um garoto de 20. Exemplo de humildade e talento. Como falei em um post do Facebook: fez um verdadeiro show dentro de seu próprio show. E ainda me fez acreditar na imortalidade, porque nem de longe parece ter mais de 50 e tantos anos, que dirá mais de 60. 
Kiara Rocks Cover

Kiara Rocks

9 – Kiara Rocks – Não achei assim tão terrível como muitos disseram – e bota muitos nisso. Ok, não vou dizer que achei maravilhoso, realmente foi algo meio constrangedor em alguns momentos. Mas recorreram a covers e à presença de um dos meus maiores ídolos, Paul Di’Anno. Ter visto esse homem ao vivo num Rock In Rio 2013 foi de lacrimejar. Wrathchild no Rock In Rio com o vocal original… Maiden, vocês deram mole de não chamar (ou não conseguir convencer, dar o braço a torcer, vai saber) o cara pra fazer uma jam bombástica no final. Engraçado isso, mas o show da banda se tornou quase desimportante diante da presença de Di`Anno. Não digo isso com o intuito de desrespeitar, mas foi uma manobra inteligente ter colocado Paul no palco e atrair aplausos e olhares emocionados. Também colocaram o Marcão (Charlie Brown Jr), ou seja, tudo para tentar contornar a ferocidade do público. Com a presença desses convidados, além de Wrathchild, levaram também Highway to Hell (AC/DC, na qual aliás o Cadu saiu-se muito bem, justiça seja feita) e Blitzkrieg Bop (Ramones). Ah! Falei que o Kiara abriu com Ace Of Spades do Motörhead? Pois é, estava mais do que evidente o receio quanto à receptividade do público headbanger – e com toda razão. Quanto ao vocal do Cadu, tão duramente criticado, ele poderia fazer menos drives, distorcer menos a voz. Percebi que quando ele resolver cantar mais e rosnar menos, fica muito melhor.

10 – Sebastian Bach – A voz e o peso da cantar agudo desde a juventude fez muitas vítimas nesse Rock In Rio e convenhamos, ele foi mais uma delas. Hits incríveis foram conduzidos muito abaixo da expectativa. Ainda assim, outro que merece nosso respeito pela coragem de tentar. Skid Row será eterno, mas novamente: se Bach realmente quiser continuar na estrada, mesmo que solo, precisa arrumar uma solução honesta para seus vocais nas partes mais sôfregas.
11 – Slayer – No começo tive a impressão de que a voz de Araya sumia e voltava, mas depois parece que tudo se acertou. Gosto da banda, não costumo acompanhar muito, mas estão super em forma. Hanneman sempre lembrado pelos fãs e homenageado pela banda. Sentaram a porrada, rodas surgiram e todos tinham 20 e poucos anos novamente – inclusive a banda.
12 – Helloween + Kai Hansen – Olha, eu consegui gostar da banda pra valer até o álbum Time Of The Oath. Depois disso, prefiro ouvir Gamma Ray (banda de Kai Hansen) e os projetos de Michael Kiske (vocalista original). Eu até que gosto dos vocais do Andi Deris (inclusive em sua carreira solo, que aliás, recomendo), mas as músicas foram caindo muito no padrão Helloween de qualidade se querem saber a verdade. No mais, grande jogada tocarem junto com Kai Hansen. Contudo, se quiserem sentir algo realmente com o espírito Helloween, vocês DEVEM conhecer Unisonic, a banda que Hansen e Kiske montaram. Escrevi sobre eles há mais de um ano: https://rockuniverse.wordpress.com/2012/01/13/unisonic-michael-kiske-kai-hansen-e-o-primeiro-video-oficial-do-projeto/

Capital Inicial

Capital Inicial no Rock In Rio 2013
(Fonte: https://www.facebook.com/capitalinicial)

13 – Capital InicialVamos lá. Das que cantam em português, ainda deve ser a minha preferida em atividade. Desde o Aborto Elétrico, passando pela Legião Urbana, o que temos são esses caras não deixando o legado morrer. Sei que uns 8 em cada 10 fãs de Rock Nacional simplesmente odeiam, zombam, xingam e etc, mas sigo gostando e muito. Tanto dos clássicos da banda, quanto de seus sucessos mais recentes, podemos dizer que a qualidade musical e lírica segue despreocupadamente, imune às críticas que não visam debater, apenas desconstruir. Com a entrada de Yves nas guitarras e as composições de Pit, seguem firmes e fortes. Claro, muitos não sabem, mas o baixista Pit Passarell da banda Viper, responsável por boa parte dos Clássicos do Metal Brasil, é também o compositor por trás de 90% dos hits do Capital Inicial nos últimos anos. Ele conseguiu se destacar maravilhosamente em DOIS gêneros do Rock, ou seja, sou duplamente fã dele e do Capital. Chupa pessoalzinho from Hell. Quanto ao discurso do Dinho, melhor deixar pra lá.

Fontes e Referências: http://rockinrio.com/rio/

Live Metal Fest II: Como foi a Sexta-feira Santa no Inferno?

Quem passou a sexta-feira Santa no Inferno Club teve um experiência bastante válida. Por que? Pelo seguinte: Live Metal Fest II.

Um trabalho sério com 6 bandas autorais brasileiras. Metal do começo ao fim. Até então, das bandas que se apresentaram, eu só tinha assistido à Holiness ao vivo. Não vou mentir pra vocês, só tinha ouvido duas das outras cinco, não sou o maior fã de Metal mais extremo – que era o caso das mesmas – mas ainda assim preciso dizer: não fiquei nem um pouco desapontado. Muito pelo contrário.

Lotou? Não, não lotou. Infelizmente. Mas também não estava nem um pouco vazio. Quem esteve lá sabe muito bem do que estou falando. Evidente (ou não tão evidente) que ao longo do show tive muitos momentos reflexivos quanto à cena Rock do Brasil. Estrutura, apoio, divulgação, mentalidade do público… bem, um sem número de fatores que discutiremos nessa e nas próximas matérias.

Retomando o Live Metal Fest II, o que vimos foi o seguinte: bandas muito boas, músicos gabaritados e super empenhados, mas a parte da estrutura de som um tanto irregular por parte dos organizadores e da casa – que aliás, muito admiro, respeito e defendo.

Stefanie Schirmbeck Vocalista Holiness

Stefanie Schirmbeck

HOLINESS

A primeira banda foi a Holiness, a única que eu já conheço a fundo e sei de cabeça praticamente todos os arranjos. São grandes músicos, fato incontestável.

O que me deixou particularmente incomodado, foi constatar que a despeito da boa vontade e compromisso dos organizadores, o som quase comprometeu a apresentação da banda em vários momentos. Não em relação à execução, mas no que diz respeito à qualidade do equipamento de som disponível para as bandas. Não fossem Stefanie Schirmbeck (vocal), Cristiano Reis (bateria), Fabricio Reis (guitarra) e o novo baixista, André Martins, excelentes músicos, não teriam conseguido contornar tanto quanto possível os problemas do som em vários momentos. 

André Martins baixista da banda Holiness

André Martins

Cristiano Reis baterista da banda Holiness

Cristiano Reis

Fabricio Reis Guitarrista da banda Holiness

Fabricio Reis

Nessas horas vemos o quanto disciplina, horas e mais horas seguidas de estudos e ensaios separam amadores de profissionais. Ainda fico impressionado com o domínio, lucidez e a presença de palco da banda – e não é papo de fã, não.

Holiness no Live Metal Fest II

Holiness: Live Metal Fest II

 Aliás, como de costume Stefanie consegue “ler” e conduzir o público. Todos estavam longe do palco e ela não se fez de rogada, disparando logo após o final da primeira música: “(…) Está vazio aqui na frente, cheguem mais perto, galera!” – Timidez coletiva prontamente resolvida. Aquela menina pequena e delicada, além de uma tremenda voz (e que graças a isso conseguiu driblar o som precário por diversas vezes), tem mais ou menos uns 3 metros de altura em cima de um palco, ou seja, moral que não acaba mais.

HAMMATHAZ

Não tenho muitas fotos dessa banda. Na verdade, pude aproveitar apenas uma e não está lá essas coisas, mas por um motivo que me causou certo orgulho alheio: o público abriu uma roda bastante empolgada e eu não poderia disputar espaço com um câmera na mão. E isso me deixou muito feliz, acreditem.

Hammathaz no Live Metal Fest II

Hammathaz

O vocal abissal de Jr Jacques, somando-se a0s arranjos agressivos dos caras e mais uma quantidade razoável de fãs ensandecidos, pulando pra todo lado e de todo jeito são a fórmula perfeita para um show extremo no palco E fora dele – e tudo sem violência, ok? O Hammathaz pontuou muito bonito em todos os quesitos.

Forka no Live Metal Fest II

Forka: Live Metal Fest II

FORKA

 Eu achei que iria dar uma respirada, mas não rolou. Quando o pessoal do Forka pisou no palco, foi como se tivessem tocado o gongo novamente, reiniciando a luta.

Ronaldo Coelho vocalista do Forka

Ronaldo Coelho

Ronaldo Coelho trucidando o público nos vocais, peso de sobra, qualidade idem, todo mundo surtando, mas novamente o equipamento da casa começou a comprometer o bom andamento da coisa.

Forka no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Forka: LMF II

A tal ponto, que após consecutivas reclamações da banda dirigindo-se à mesa de som, acharam por bem encerrar a apresentação um pouco antes do previsto. Ainda assim, mesmo com esses problemas, não posso falar que a performance dos caras foi menos do que impressionante.

Marcelo Carvalho da banda Trayce no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Marcelo Carvalho

TRAYCE

 Essa banda foi muito bem recomendada por algumas pessoas do próprio público. Marcelo Carvalho é um vocalista a ser muito respeitado, seja ou não você um fã da banda. Mais um excelente trabalho que transpira peso, qualidade e garra, tendo o público na mão do começo ao fim.

 

Trayce no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Trayce

Quanto mais eu conheço bandas, mais vejo que não conheço bandas o suficiente. Vocês, fãs e pensadores do Rock, poderiam fazer a mesma coisa e começar a frequentar festivais de qualquer porte, ao invés de ficar esperando eventos famosos trazerem suas bandas favoritas para um show pífio, caro e burocrático.

Clayton Bartalo no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Clayton Bartalo

SCREAMS OF HATE

Olha, vou falar uma coisa pra vocês: Clayton Bartalo deve ser um dos maiores amantes de Metal Extremo que já tive a oportunidade de assistir ao vivo. Ele subiu ao palco acho que pelo menos duas vezes durante o Live Metal Fest II para dividir os vocais com outras bandas e vocalistas. E era notório que ele estava simplesmente adorando tanto quanto o público.

Screams Of Hate no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Screams Of Hate

Quando falo de união dentro da cena Rock, é disso que estou falando. O sujeito deu o sangue pelo festival em forma de berros possessos. E a banda como um todo não deve nada a qualquer outra, largando a mão com uma precisão assombrosa.

Wash no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Wash

COMMAND6

E quando eu tinha certeza que todos estavam exaustos e que eu não poderia me surpreender com mais nada, eis que surgem esses sujeitos comandados por Wash, um vocalista com ares de loucura e cujas qualidade técnicas só puderam ser rivalizadas pelo seu carisma e capacidade de se comunicar com o público.

Command6 no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Command6

Essa banda assim como as outras, não brinca em serviço. Músicos talentosos, músicas furiosamente executadas e um palco que se apequenou para tamanho profissionalismo.

Festival fechado com Chave de Adamantium!

Command6

Command6

CONSIDERAÇÕES GERAIS

LMF II

LMF II

 O Live Metal Fest II é uma iniciativa fantástica e deve continuar, MAS, diante do fato de todas as bandas terem reportado problemas técnicos quanto ao retorno, é o caso de darem a devida atenção, uma vez que o público também observou questões quanto à irregularidade do som. Ouvi conversas na plateia, fiz perguntas aqui e ali junto ao público, e a despeito do bom feedback pela proposta e pelas ótimas bandas, seria bom darem uma pensada no que fazer para melhorar o som para público e para os músicos. Independente disso, quero deixar claro a todos que o Inferno Club é um lugar INCRÍVEL e mais do que recomendo que vocês conheçam e passem a frequentar cada vez mais; a casa já é referência nas noites de Rock de São Paulo há algum tempo.

Os organizadores do festival têm todo meu apoio pela coragem, pela ousadia e por darem a cara pra bater, apostando em um evento acessível ao público (R$ 20,00 por um dia inteiro) mas se eu realmente quero ajudar de alguma forma a fazer a coisa dar certo, não vai ser com falsos elogios e tapinhas nas costas que vamos esperar por melhoras.

No mais, parabéns às bandas e ao público presente. Espero que com iniciativas como essa, todos comecem a dar mais atenção ao trabalho de bandas autorais. Outro aspecto legal foi ter ouvidos comentários positivos de gente que não conhecia algumas bandas entre as músicas e após o evento. E é pra isso que servem os shows: para prestigiar e conhecer o trampo dos músicos.

Stefanie: Lady Holiness

Stefanie: Lady Holiness

Momento curioso: um garoto que estava mais ou menos perto de mim, ficou meio espantado por ter visto várias pessoas cantando junto com Stefanie, da Holiness. Ele olhava pra mim, olhava para outros fãs cantando e olhava para ela no palco novamente. Isso é bom para as pessoas caírem em si cada vez mais, refletindo sobre o que estão perdendo ao nunca terem ouvido bandas locais e/ou independentes. Não vejo problemas em que gostemos de ver bandas cover vez por outra, além daquelas consagradas na História do Rock. Vejo problemas quando as pessoas só querem ver as famosas lendas do Rock ao vivo, consideram bandas cover a salvação dos eventos e noites de Rock, mas depois reclamam que “não tem bandas novas boas no Brasil”. E quantas realmente conhecemos?

Listem mentalmente quais bandas nacionais de Rock (as recentes, por favor) vocês conheceram, ouviram ou assistiram nos últimos 12 meses e avaliem a si mesmos com honestidade. Saibam que vocês são os maiores responsáveis pelo renascimento ou pela morte da cena. Pensem nisso.

Fontes e Referências: http://www.infernoclub.com.br/

https://www.facebook.com/InfernoClube – https://www.facebook.com/livemetalfest

https://www.facebook.com/HolinessBrasil – https://www.facebook.com/hammathaz.brasil

https://www.facebook.com/ForkaOfficial – https://www.facebook.com/TrayceOfficial

https://www.facebook.com/screamsofhate – https://www.facebook.com/command6

Nightwish – Resenha do show no Credicard Hall, em São Paulo, 12/12/12

Nightwish Resenha Show Credicard Hall, São Paulo, 12/12/12

Nightwish – Credicard Hall, São Paulo, 12/12/12

Surpreendente. Sim, em uma palavra seria isso mesmo. Não que eu esperasse menos de uma banda como o Nightwish, mas francamente a banda saiu-se ainda melhor do que eu já esperava.

Estive no show que eles realizaram há 10 anos no Rio de Janeiro (na época ainda com Tarja), e fiquei bastante impressionado com a performance individual de cada um dos integrantes. Esse show de 2002 foi determinante para eu realmente me tornar fã da banda, passando a acompanhar cada movimento do quinteto. Mas vamos retornar a 2012 e falar o que rolou ao longo da noite de 12/12/12.

A despeito do trânsito que estava um tanto tumultuado – pois tratava-se de uma quarta-feira, ou seja, dia de jogo em São Paulo -, chegamos ao local pouco antes de 22:00h. Infelizmente não assistimos a banda de abertura, Tierramystica, mas pelo pouco que já ouvi deles o som parece realmente muito bom. De mais a mais, o que todos aguardavam para aquela noite memorável, era a apresentação do Nightwish.

Nightwish Credicard Hall 12/12/12

Nightwish – 12/12/12

Ao som de Crimson Tide (de Hans Zimmer) como introdução, a banda subiu ao palco emendando Storytime e o público demonstrou que mesmo as canções novas têm sido muito bem recebidas. Cá entre nós, fiquei bastante surpreso pela reação dos fãs às músicas mais recentes, afinal de contas, Tarja Turunen marcou a história da banda; e Anette Olzon ficou bem abaixo de qualquer expectativa, a ponto de praticamente sofrer bullying pelos próprios fãs da banda. Mas naquela noite o barco tomaria outro rumo, pois a mulher que atualmente ocupa o posto de vocalista (até então temporariamente), é uma bela e talentosa holandesa com mais de 1,80 m, dona de uma voz potente, afinada e maravilhosa, que atende por Floor Jansen.

“Mas ao vivo a voz se parece um pouco com a de Tarja?” – Olha galera, acho que muita gente fica lembrando da abordagem 100% lírica da pequena gigante, mas esquecem que há mais de um caminho para um agudo ou para uma boa execução. Tarja Turunen é fenomenal, sou muito fã dela e etc, mas Floor Jansen alcança notas fundamentais e com uma potência que me chamou a atenção várias vezes. Ela mescla as técnicas para ir “construindo o caminho”, valendo-se ainda da pegada mais Heavy do que Lírica em muitos momentos. Não, sua voz não se parece com a de Tarja e nem por isso é menos do que fantástica. Quem conhece o trabalho dela no After Forever (e no ReVamp) sabe do que estou falando. E se quisermos ouvir Tarja cantando hoje em dia, basta ouvirmos a carreira solo dela que também é excelente.

Floor Jansen simplesmente teve todos em sua mão do começo ao fim do show, essa é a grande verdade. Convenhamos que é uma tarefa bastante ingrata substituir Tarja, os fãs são exigentes e detalhistas. Anette que o diga. Conduzir os vocais de Storytime é claramente algo bem tranquilo. E quando começassem as músicas da fase Tarja, o que esperar? Pois eu lhes digo: que o show não acabasse nunca mais! Quando os primeiros versos de Wish I Had An Angel começaram, o Credicard Hall cantava em uníssono – inclusive esse que vos fala. Foi nesse instante que tive certeza absoluta de que aquela mulher deveria permanecer na banda. A energia e cumplicidade dos fãs para com a vocalista já estava selada.

Vejam o final de Wish I Had An Angel nesse show memorável:

Na sequência pudemos assistir Amaranth e Scaretale, que serviram para os fãs mais antigos absorverem o real impacto das composições pós-Tarja Turunen ao vivo. Tuomas Holopainen (teclado) é inegavelmente um dos atuais melhores compositores da cena Metal, chega a ser algo impressionante. Marco Hietala (baixo/vocal) continua tendo a presença de um viking no palco: canta, brinca e berra como se estivesse curtindo tanto quanto um fã de primeira viagem. E que voz de bárbaro, hein? Realmente é um tremendo vocalista. Eu que já era fã do cara, nem sei mais o que dizer.

Nightwish e Marco Hietala em São Paulo

Nightwish: Marco Hietala

Jukka Nevalainen continua martelando sua bateria com a precisão e o vigor de um pirata furioso, com sua bandana praticamente encobrindo os olhos. Parece que cada música será sua última, haja fôlego. Emppu Vuorinen, como de costume, esbanja técnica e simpatia: sorri, acena, faz pose de fortão com cara de mau e sobe em lugares, fazendo meio que piada com sua própria altura – o sujeito parece ser mais baixo que eu, e olha que tenho somente 1,67 m. Houve ainda a participação de Troy Donockley com sua uilleann pipes, dando um toque folk e fazendo valer a fidelidade de estúdio em canções como a belíssima The Crow, the Owl and the Dove.

Ever DreamNemo e Wishmaster  também marcaram presença entre os clássicos da banda. A química de palco entre Floor Jansen e o pessoal no Nightwish é tão bem lapidada, que é até estranho falar de Floor como se ela já não fosse integrante definitiva.

Show do Nightwish em 12/12/12 no Credicard Hall

Nightwish – Floor Jansen merece o posto!

Dark Chest Of Wonders, I Want My Tears Back, Over The Hills And Far Away (cover), Last Of The Wilds, Ghost Love Score, Song Of Myself e Last Ride Of The Day completaram o set. Já que tocaram músicas bem mais recentes (com as quais ainda não estou totalmente acostumado) para mostrar que não vivem somente de passado (o que está mais do que certo, afinal de contas continuam fazendo grandes músicas), posso dizer que poderiam ter acrescentado The Islander ao set.

Espero que mantenham Floor Jansen e que gravem um novo disco o quanto antes. A banda merece uma nota 9,25 por esse show inesquecível.

Show do Nightwish em 12/12/12 no Credicard Hall

The Mists Of Nightwish

Show do Nightwish em 12/12/12 no Credicard Hall

Nightwish – Tuomas Holopainen regendo e comandando os teclados ao lado de Marco 

Show do Nightwish em 12/12/12 no Credicard Hall

Nightwish – 12/12/12

Show do Nightwish em 12/12/12 no Credicard Hall

Troy Donockley em um dos momentos de sua participação no show

Nightwish: Emppu Vuorinen

Nightwish: Emppu Vuorinen, o guitarrista

Nightwish: Jukka Nevalainen

Nightwish: Jukka Nevalainen, o baterista

Show do Nightwish em 12/12/12 no Credicard Hall

Nightwish após a missão cumprida

O saldo final da noite, foi a sensação de ter testemunhado um dos melhores shows de Metal de 2012. Grandes músicos, uma grande banda e a certeza de que o quinteto ainda tem muita lenha para queimar. Rock On!

Fotos e Vídeo: Mauricio R. Cozer e Luciano Watase.

Fontes e Referências: http://nightwish.com/

http://www.tuomas-holopainen.com/

http://floorjansen.com/

Born To Raise Hell Motörhead (Live with Lemmy, Doro Pesch & Withfield Crane)

Lemmy & Doro Pesch

As pessoas precisam aprender a simplesmente relaxar, se divertir. Sem culpas, sem cobranças, sem censuras. Aprender a chutar o balde vez por outra pode salvar sua vida, sabia? Enxergar certas situações pela ótica do “e daí?” renova suas forças, confiem nisso.

Não estou falando de bancar o imbecil, “pagar de machão” ou de “garota malvadona”. É saber que há coisas pelas quais não vale a pena perder tempo, juventude e paciência. É olhar para aquela pessoa idiota que acabou de tentar te ferrar e dar preferência à cerveja gelada que está na sua mão. É aceitar que vai passar uma vida inteira errando e acertando. É saber que curtir o melhor da vida não significa bancar o estúpido(a). É ter a malandragem de perceber com o que não deve se importar. Nem toda batalha deve ser travada. Algumas vezes ignorar é o suficiente. Brindemos a isso ao som de Born To Raise Hell, cortesia de Motörhead e cia.

Born To Raise Hell – Motörhead (Official Video)

Led Zeppelin anuncia o lançamento mundial de Celebration Day

Led Zeppelin: Celebration Day

 E eis que o Led Zeppelin ataca novamente. Após uma intrigante contagem regressiva de 5 dias na página oficial da banda (https://www.facebook.com/ledzeppelin), o site do Led disponibilizou uma lista de países e cinemas que participarão da exibição do show histórico que aconteceu em 10 de dezembro de 2007 na O2 Arena de Londres. Nesse dia, Robert Plant, Jimmy Page, John Paul Jones e Jason Bonham  o mais que legítimo herdeiro do trono deixado por John Bonham na bateria – mostraram que uma Lenda Sagrada do Rock nunca será esquecida e será sempre reverenciada.

Celebration Day – Led Zeppelin Forever

 Com lançamento mundial pela Omniverse Vision (que já trabalhou com Ozzy Osbourne, Bon Jovi e Peter Gabriel), salas em mais de 40 países e 1.500 telas exibirão no próximo dia 17 de outubro a performance do quarteto – aqui no Brasil poderemos assistir exclusivamente nas redes UCI e Cinemark. Apenas para frisar a importância histórica da música dos caras, lembrem-se que em 2007, 20 milhões de pessoas tentaram conseguir os ingressos, mas somente 18.000 puderam vê-los ao vivo após 27 anos desde sua última apresentação.

 Celebration Day  – Led Zeppelin (Trailer)

Vejam o setlist do Led Zeppelin nessa reunion de 2007:

1. Good Times Bad Times
2. Ramble On
3. Black Dog
4. In My Time of Dying
5. For Your Life
6. Trampled Under Foot
7. Nobody’s Fault But Mine
8. No Quarter
9. Since I’ve Been Loving You
10. Dazed And Confused
11. Stairway To Heaven
12. The Song Remains The Same
13. Misty Mountain Hop
14. Kashmir
15. Whole Lotta Love
16. Rock And Roll

Precisa dizer mais alguma coisa?

Fontes: http://www.ledzeppelin.com/ & https://www.facebook.com/ledzeppelin

Por que o Dia Mundial do Rock é celebrado em 13 de Julho?

Posted: July 13, 2012 in Classic Rock, Hard Rock, Heavy Metal, Homenagem, Live, Show
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A maioria das pessoas não sabe, mas no dia 13 de Julho comemora-se todos os anos o nosso tão querido Dia Mundial do Rock desde 1985.

Ok, mas por que o Dia Mundial do Rock é celebrado em 13 de Julho?
Porque foi em 1985 que Bob Geldof (nascido Robert Frederick Zenon) compositor, vocalista e humanista irlandês, então membro da banda Boomtown Rats, com a ajuda de James Ure (mais conhecido como Midge Ure), guitarrista e vocalista escocês que declinou de um convite para fazer parte dos Sex Pistols (tendo depois disso integrado entre outras bandas, o Ultravox e o aclamado Thin Lizzy), organizou o hoje lendário Live Aid, que tinha por objetivo arrecadar fundos para combater a miséria na África.

 

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Live Aid: para muitos um festival inigualável sob muitos aspectos

Para que se tenha idéia da magnitude desse evento musical, antes de seguir mais adiante vou listar abaixo os artistas participantes em 1985 em ordem de aparição nos palcos e suas respectivas músicas (segundo o Horário de Verão Britânico):

Wembley Stadium, Londres – UK

  • Coldstream Guards – “Royal Salute”, “God Save the Queen” (W 12:00);
  • Status Quo – “Rockin’ All Over the World”, “Caroline, “Don’t Waste My Time” (W 12:02);
  • Style Council – “You’re The Best Thing”, “Big Boss Groove”, “Internationalists”, “Walls Come Tumbling Down” (W 12:19);
  • Boomtown Rats – “I Don’t Like Mondays”, “Drag Me Down”, “Rat Trap”, “For He’s A Jolly Good Fellow” (cantada pela platéia) (W 12:44);
  • Adam Ant – “Vive Le Rock” (W 13:00);
  • Ultravox – “Reap the Wild Wind”, “Dancing with Tears in My Eyes”, “One Small Day”, “Vienna” (W 13:16);
  • Spandau Ballet – “Only When You Leave”, “Virgin”, “True” (W 13:47);
  • Elvis Costello – “All You Need Is Love” (W 14:07);
  • Austria For Afrika (filmado na Áustria) – apresentação, “Warum” (W 14:12);
  • Shahrouz Homavaran – “crianças precisam de um lar”, (W 14:10);
  • Nik Kershaw – “Wide Boy”, “Don Quixote”, “The Riddle”, “Wouldn’t It Be Good” (W 14:22);
  • Sade – “Why Can’t We Live Together”, “Your Love Is King”, “Is It A Crime” (W 14:55);
  • Sting (com Branford Marsalis) – “Roxanne”, “Driven To Tears”, “Message in a Bottle” (W 15:18);
  • Phil Collins – “Against All Odds (Take a Look at Me Now)”, “In the Air Tonight” (W 15:27);
  • Sting e Phil Collins (com Branford Marsalis) – “Long Long Way To Go”, “Every Breath You Take” (W 15:32);
  • Howard Jones – “Hide and Seek” (W 15:50)
  • Autograph (tocando em Moscou) – “Golovokruzhenie”, “Nam Nuzhen Mir” (W 15:55);
  • Bryan Ferry (com David Gilmour na guitarra) – “Sensation”, “Boys And Girls”, “Slave To Love”, “Jealous Guy” (W 16:07);
  • Band Für Afrika (performing in Cologne) – “Nackt Im Wind” (“Naked In The Wind”), “Ein Jahr (Es Geht Voran)” (“It Goes Ahead”) (W 16:24);
  • Paul Young – “Do They Know It’s Christmas?” (intro), “Come Back And Stay”, “Every Time You Go Away” (W 16:38);
  • Paul Young e Alison Moyet – “That’s the Way Love Is” (W 16:48);
  • U2 – “Sunday Bloody Sunday”, “Bad”/”Satellite Of Love”/”Ruby Tuesday”/”Sympathy for the Devil”/”Walk On The Wild Side” (W 17:20);
  • Ligação entre os estádios Wembley e JFK;
  • Dire Straits‘ e Sting – “Money for Nothing”, “Sultans of Swing” (W 18:00);
  • Queen (apresentada pelos comediantes Mel Smith e Griff Rhys Jones) – “Bohemian Rhapsody” (trecho), “Radio Ga Ga”, “Hammer to Fall”, “Crazy Little Thing Called Love”, “We Will Rock You” (trecho), “We Are the Champions” (W 18:44);
  • David Bowie (com Thomas Dolby no teclado) – “TVC 15″, “Rebel Rebel”, “Modern Love”, “Heroes” (W 19:22);
  • Vídeo editado por Colin Dean da CBC (W 19:41);
  • The Who – “My Generation”/”Pinball Wizard”, “Love, Reign o’er Me”, “Won’t Get Fooled Again” (W 20:00);
  • Phil Collins e Steve Blacknell – entrevista ao vivo no Concorde (W 20:27);
  • vídeo da Noruega – “All of Us” (W 20:44);
  • Elton John – “I’m Still Standing”, “Bennie and the Jets”, “Rocket Man”, “Can I Get a Witness” (W 20:50);
  • Elton John e Kiki Dee – “Don’t Go Breaking My Heart” (W 21:05);
  • Elton JohnKiki Dee e Wham! – “Don’t Let the Sun Go Down on Me” (W 21:09);
  • Conclusão no Wembley Stadium:
    a) Freddie Mercury e Brian May (Queen) – “Is This The World We Created?” (W 21:48),
    b) Paul McCartney – “Let It Be” (W 21:51),
    c) Band Aid (liderada por Bob Geldof) – “Do They Know It’s Christmas?” (W 21:54);

 

JFK Stadium, Filadélfia – USA

  • Bernard Watson – “All I Really Want to Do”, “Interview” (JFK 13:51);
  • Joan Baez (apresentada por Jack Nicholson) – “Amazing Grace”, “We Are the World” (JFK 14:02);
  • The Hooters – “And We Danced”, “All You Zombies” (JFK 14:12);
  • The Four Tops – “Shake Me, Wake Me (When It’s Over)”, “Bernadette”, “It’s The Same Old Song”, “Reach Out I’ll Be There”, “I Can’t Help Myself (Sugar Pie, Honey Bunch)” (JFK 14:33);
  • B. B. King – “Why I Sing The Blues”, “Don’t Answer The Door”, “Rock Me Baby” (tocando no The Hague (JFK 14:38);
  • Billy Ocean – “Caribbean Queen“, “Loverboy” (JFK 14:45);
  • Black Sabbath (apresentado por Chevy Chase) – “Children of the Grave”, “Iron Man”, “Paranoid” (JFK 14:52);
  • Yu Rock Mission (tocando em Belgrado) – “For A Million Years” (JFK 15:10);
  • Run-DMC – “Jam Master Jay”, “King Of Rock” (JFK 15:12);
  • Rick Springfield – “Love Somebody”, “State Of The Heart”, “Human Touch” (JFK 15:30);
  • REO Speedwagon – “Can’t Fight This Feeling”, “Roll With The Changes” (com The Beach Boys) (JFK 15:47);
  • Crosby, Stills and Nash – “Southern Cross”, “Teach Your Children”, “Suite: Judy Blue Eyes” (JFK 16:15);
  • Judas Priest – “Living After Midnight”, “The Green Manalishi (With The Two-Pronged Crown)”, “You’ve Got Another Thing Comin’” (JFK 16:26);
  • Bryan Adams – “Kids Wanna Rock”, “Summer of ’69″, “Tears Are Not Enough”, “Cuts Like a Knife” (JFK 17:02);
  • The Beach Boys (apresentado por Marilyn McCoo) – “California Girls”, “Help Me, Rhonda”, “Wouldn’t It Be Nice”, “Good Vibrations”, “Surfin’ USA” (JFK 17:40);
  • George Thorogood and the Destroyers / Bo Diddley / Albert Collins – “Who Do You Love”, “The Sky Is Crying”, “Madison Blues” (JFK 18:26);
  • David Bowie e Mick Jagger – “Dancing in the Street” (vídeoclipe, JFK 19:02);
  • Simple Minds – “Ghostdancing”, “Don’t You (Forget About Me)”, “Promised You a Miracle” (JFK 19:07);
  • The Pretenders – “Time The Avenger”, “Message of Love”, “Stop Your Sobbing”, “Back on the Chain Gang”, “Middle of the Road” (JFK 19:41);
  • Santana e Pat Metheny – “Brotherhood”, “Primera Invasion”, “Open Invitation”, “By The Pool”/”Right Now” (JFK 20:21);
  • Ashford & Simpson – “Solid”, “Reach Out and Touch (Somebody’s Hand)” (com Teddy Pendergrass) (JFK 20:57);
  • Kool & the Gang (vídeo pré-gravado ao vivo) – “Stand Up and Sing”, “Cherish” (JFK 21:19);
  • Madonna – “Holiday”, “Into the Groove”, “Love Makes The World Go Round” (JFK 21:27);
  • Tom Petty – “American Girl”, “The Waiting”, “Rebels”, “Refugee” (JFK 22:14);
  • Kenny Loggins – “Footloose” (JFK 22:30);
  • The Cars – “You Might Think”, “Drive”, “Just What I Needed”, “Heartbeat City” (JFK 22:49);
  • Neil Young – “Sugar Mountain”, “The Needle and the Damage Done”, “Helpless”, “Nothing Is Perfect”, “Powderfinger” (JFK 23:07);
  • Power Station – “Murderess”, “Get It On” (JFK 23:43);
  • Thompson Twins – “Hold Me Now” (JFK 00:21);
  • Thompson Twins com Madonna e Nile Rodgers – “Revolution” (JFK 00:25);
  • Eric Clapton (com Phil Collins) – “White Room”, “She’s Waiting”, “Layla” (JFK 00:39);
  • Phil Collins (após tomar um Concorde da Inglaterra para os EUA) – “Against All Odds (Take a Look at Me Now)”, “In the Air Tonight” (JFK 01:04);
  • Led Zeppelin (com Tony ThompsonPaul Martinez e Phil Collins) – “Rock and Roll”, “Whole Lotta Love”, “Stairway to Heaven” (JFK 01:10);
  • Crosby, Stills, Nash & Young – “Only Love Can Break Your Heart”, “Daylight Again”, “Find The Cost Of Freedom”” (JFK 01:40);
  • Duran Duran (a última apresentação dos cinco integrantes originais até 2003) – “A View to a Kill”, “Union of the Snake”, “Save A Prayer”, “The Reflex” (JFK 01:45);
  • Cliff Richard – “A World of Difference” (ao vivo na BBC, 02:10);
  • Patti LaBelle – “New Attitude”, “Imagine”, “Forever Young”, “Stir It Up”, “Over The Rainbow”, “Why Can’t I Get It Over” (JFK 02:20);
  • Hall & Oates (com G.E. Smith do Saturday Night Live na guitarra) / Eddie Kendricks / David Ruffin – “Out of Touch”, “Maneater”, “Get Ready” (com Eddie Kendricks), “Ain’t Too Proud to Beg” (com David Ruffin), “The Way You Do the Things You Do”, “My Girl” (com Eddie Kendricks e David Ruffin) (JFK 02:50);
  • Mick Jagger com Hall & Oates / Eddie Kendricks / David Ruffin – “Lonely At The Top”, “Just Another Night”, “Miss You” (JFK 03:15);
  • Mick Jagger e Tina Turner – “State of Shock”, “Brown Sugar”, “It’s Only Rock ‘n Roll (But I Like It)” (JFK 03:28);
  • Conclusão no JFK Stadium:
    a) Bob DylanKeith Richards e Ronnie Wood – “Ballad of Hollis Brown”, “When The Ship Comes In”, “Blowin’ in the Wind” (JFK 03:39),
    b) USA for Africa (liderada por Lionel Richie) – “We Are the World” (JFK 3:55)


Live Aid Melbourne – AUSTRÁLIA

  • INXS (tocando em Melbourne) – “What You Need”, “Don’t Change” (13:06);
  • Men at Work (tocando em Melbourne) – “Overkill” (13:12);


Live Aid – JAPÃO

  • Loudness (gravado no Japão) – “Gotta Fight” (13:34);
  • The Off Course (gravado no Japão) – “Endless Night” (13:36);
  • Eikichi Yazawa (gravado no Japão) – “Take It Time” (13:38);
  • Motoharu Sano (gravado no Japão) – “Shame” (13:40);

Ao longo do concerto havia diversas chamadas sendo transmitidas pelo mundo todo solicitanto doações por telefone, com participação direta e indireta de inúmeros grupos de comunicação tais como: BBCABCMTVCBC entre outros grupos de comunicação de menor expressão e que de uma forma ou de outra, colaboraram em sua divulgação.

Muitos não sabem ou simplesmente não lembram, mas o promotor de eventos Harvey Goldsmith foi essencial para que Geldof Ure conseguissem atingir seu objetivo que parecia inicialmente impossível de se concretizar.

BBC disponibilizou 300 linhas telefônicas para doações via cartão de crédito e a cada 20 minutos o número de telefone e o endereço para envio de cheques eram repetidos. Como até o momento em que isso era feito o montante conseguido somava menos de 1 milhão e 200 mil LibrasBob Geldof  irrompeu pela cabine de transmissão e, após dar um breve e até certo ponto exaltado sermão sobre o que acontecia com as pessoas na Etiópa naquele exato momento, as doações deram um salto para uma média de 300 Libras por segundo.

Bob Geldof nos Anos 80

Uma pequena trivia do que aconteceu ao longo e ao final do evento (não colocarei tudo que rolou nos bastidores, apenas aquilo que de fato agregou algo de positivo ao Live Aid):

1 – Em uma conversa telefônica com a Família Real de DubaiBob Geldof conseguiu a maior doação individual de todo o evento:1 Milhão de Libras.

2 – A despeito da grave crise econômica pela qual passava na época a República da Irlanda, esse país foi o responsável pela maior doação per capita feita entre todos os países segundo o próprio Bob Geldof.

3 – Foi noticiado nos jornais no dia seguinte, que o valor arrecadado ficou entre 40 e 50 Milhões de Libras, mas hoje em dia costuma-se dizer que na verdade esse valor possa ter ultrapassado os 150 Milhões de Libras.

4 – Em dado momento do show, o apresentador Billy Conolly disse ter sido informado que 95% dos aparelhos de TV de todo o mundo estavam sintonizados no Live Aid – afinal de contas jamais havia sido tentada até então uma transmissão de tamanha proporção.

5 – Por conta de todos os seus esforços em prol dos necessitados, após esse grandioso evento Bob Geldof foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz e foi ainda ordenado pela Rainha Elizabeth II em 1986Cavaleiro Comandante da Ordem do Império Britânico (Knight Commander of the Order of the British Empire). Ele não pode ser oficialmente chamado de “Sir” com esse título, pelo fato de não ser inglês – apesar de muitos se referirem a ele dessa forma num sinal de carinho, respeito e admiração por seus atos – mas tem o direito legal de usar as letras KBE quando usa sua assinatura, justamente em virtude desse título.

Bob Geldof KBE: foto de poucos anos atrás

Rock Universe deseja um Feliz Dia Mundial do Rock a todos os apaixonados pelo estilo, sejam quais forem as bandas que corram em suas veias. Na verdade, o Rock ´N Roll é muito mais que um estilo: é uma cultura humana que desconhece fronteiras e tempo, agrega todos os idiomas, todas as crenças e descrenças, todas as etnias, orientações sexuais e sentimentos. É uma irrefreável vontade de viver, amar e seguir em frente. É um perdão secreto, um delírio lúcido, uma paixão utópica. É um momento infinito que comporta todos os nossos desejos. É um grito visceral e silencioso que tem início na juventude e jamais chega ao fim. 😉

Fontes: www.wikipedia.org

www.contactmusic.com

www.guardian.co.uk

Alice Cooper – 18 Anos do Álbum The Last Temptation 

The Last Temptation

 O disco The Last Temptation – uma singela obra de Arte e Terror oferecida a nós pelo Mestre do Shock Rock, Alice Cooper – despejou uma quantidade de excelentes composições bem acima da média no mundo do Hard & Heavy. A despeito disso, na opinião de muitos fãs (e na minha, inclusive), não é um disco citado com a devida atenção e respeito.

 Lançado na véspera do Dia Mundial do Rock de 1994, o disco completa em 2012 (obviamente em 12/07/), joviais 18 anos de existência. São 10 faixas que provam que verdadeiros gênios podem se recriar por décadas: 1 – Sideshow; 2 – Nothing´s Free; 3 – Lost In America; 4 – Bad Place Alone; 5 – You´re My Temptation; 6 – Stolen Prayer; 7 – Unholy War; 8 – Lullaby; 9 – It´s Me e 10 – Cleansed By Fire.
 
 A formação da banda de Alice Cooper nesse disco, conta com o talento combinado de Stef Burns (guitarra), Greg Smith (baixo), Derek Sherinian (teclado), David Uosikkinen (bateria). Há também algumas participações especiais que acertaram em cheio: Don Wexler nas guitarras de Lost In America, John Purdell nos teclados de Lullaby, You’re My Temptation e It’s Me, além dos vocais estupendamente selvagens de Chris Cornell em Unholy War e Stolen Prayer.
 
 Todas as 10 músicas são excelentes e esse disco merece uma nota 9,95 – apenas para fugir do 10 absoluto. Agora chega de brincar de Rockpedia e vamos curtir um petardo da velha “tia” Alice. Rock On!

Nothing´s Free – Alice Cooper (Live Version)

Nothing´s Free – Alice Cooper (Studio Version)

 Escolhi postar duas versões da mesma música por trata-se de uma bela lição para pessoas que colocam preço em seu Caráter, sua Palavra e seu senso de Moral. Apesar das citações judaico-cristãs bastante evidentes em alguns de seus versos, fica igualmente evidente o conceito de Karma: tudo que vai, volta. Toda ação implica em reação. Tudo que fizermos sofre consequências, nessa ou em outra vidas. Nada fica por isso mesmo. Ninguém pode fugir de seus atos. Nada sai de graça. Em suma: Nothing´s Free.

Fontes e Referências: Coleção Particular & http://alicecooper.com/

13 Grandes Momentos de Ronnie James DIO

Ronnie James DIO

 Hoje, 10/07/2012, o Homem nascido Ronald James Padavona, mas imortalizado como Ronnie James DIO, completaria 70 anos. Estamos já há 3 anos sem a presença física do incomparável Deus-Rei do Metal, contudo, sua música ainda pulsa diariamente em nossos Corações e Almas.

 Não podemos deixar de citar alguns dos gênios e demais grandes músicos que estiveram com DIO ao longo de seus 53 anos de carreira, alguns dos mesmos participando diretamente de sua ascenção a Grão-Mestre do Heavy Metal: Tony Iommi, Ritchie Blackmore, Geezer Butler, Vinny Appice, Cozy Powell, Jimmy Bain, Jake E. Lee, Vivian Campbell, Craig Goldy, Jens Johansson, Claude Schnell, Doug Aldrich, Bob Daisley e Rudy Sarzo entre muitos outros, tanto dentro quanto fora dos palcos.

 O luto por sua ausência é permanente, mas sua Voz e seu Talento são o justo legado de uma existência totalmente dedicada ao Rock ´N Roll, alçando o mesmo quase ao status de Arte Espiritual. Pensando nisso, elaboramos uma trabalhosa lista com 13 Grandes Momentos de sua carreira. Apenas esclarecendo: não apresentamos de forma alguma uma lista rigorosa no estilo “13 melhores”, como um ranking ou algo do tipo, afinal de contas, DIO produziu muito, mas muito mais do que apenas 13 hinos e interpretações memoráveis.

 Resumindo, optamos por publicar aqui 13 episódios de sua vida cuidadosamente selecionados (inclusive no que diz respeito à qualidade de áudio e vídeo) que de uma forma ou de outra nos marcaram em sua história – que, diga-se de passagem, funde-se à própria História do Rock nos últimos 50 anos. Uma boa jornada aos audazes…

The Mob Rules  – (DIO with Heaven & Hell)

Gates Of Babylon  – (DIO with Rainbow)

Neon Knights  – (DIO with Black Sabbath)

Holy Diver  – (DIO)

Rainbow In The Dark  – (DIO)

We Rock  (DIO)

The Last In Line  (DIO)

Man On The Silver Mountain  – (DIO sings Rainbow)

Children Of The Sea  – (DIO with Heaven & Hell)

Lady Evil  – (DIO with Heaven & Hell)

Long Live Rock N Roll  (DIO with Rainbow)

Heaven & Hell  (DIO sings Black Sabbath)

Metal Will Never Die  – (DIO – Vídeo e Letra)

“…I Will Crank You Up… You Can’t Bring Me Down I Will Make You High
Metal Will Never Die

See you around Master Dio… R.I.P. = Rock In Peace \m/

Fontes: Coleção particular & http://www.rainbowfanclan.com/  http://www.black-sabbath.com/  http://www.ronniejamesdio.com/  http://heavenandhelllive.com/

Carinhosa, Selvagem & Romântica – Ela é muito melhor do que qualquer Rock ´N Roll

She Rocks My World And Loves My Words…

 Todo Homem merece um dia encontrar aquela garota, sabe? Aquela mulher que pode transformar seus piores dias em dias triunfantes. A companheira que vai saber reconhecer e admirar suas qualidades em meio a tantos defeitos – e que você, enquanto Homem, há de retribuir da mesma forma.

 Depois que vocês se conhecerem, vão passar por muitas noites de balada, muitos dias de Hard visceral e outros tantos com pegada Heavy tradicional. O cotidiano urbano vai oferecer diversas experiências Thrash e diálogos Punks, mas também não faltarão momentos de Progressivo transcendental. Juntos vocês irão aumentar ainda mais o repertório diário com risadas e lágrimas, pois, infelizmente, o mundo muitas vezes há de bater pesado, sem dó, justiça ou piedade… E é exatamente nessa hora que você estará ainda mais presente, ali, com ela e por ela. Você será seu sangue, seu elmo, sua espada e seu escudo.

 Seus beijos devem ser como solos bem executados – tecnicamente envolventes, mas completamente imersos em voracidade, desejo e entrega. Os abraços e carícias precisam ser espontâneos e honestos como os mais hipnotizantes riffs, que não parecem ter sido criados, mas que aparentam sim, ter desde sempre existido. Sua troca de energias deve ser a harmonia principal e também o andamento, conduzindo uma só respiração, em cada compasso, a cada segundo, em cada batida, a cada madrugada em que adormecerem abraçados após uma balada, um show, uma noite de amor ou mesmo após um filminho em casa, no frio, deitados na cama debaixo dos cobertores.

Love Ain´t No StrangerWhitesnake

 Quando sua mulher franzir o cenho discordando de alguma atitude sua, quando ela disser algo que não lhe desça bem, quando ela ficar brava, triste ou chateada, antes de estupidamente “retribuir” essa aparente insatisfação com a mesma moeda, lembre-se de que esses episódios são apenas como aqueles momentos um pouco menos memoráveis na longa e vasta discografia de sua banda do Coração – e tanto quanto você, sua mulher não precisa ficar provando a todo instante que merece seu Amor, portanto, não trate sua relação como um duelo de pistolas ao pôr do sol. Ame e deixe-se amar sem impor uma enorme lista de exigências, um contrato enfadonho, feio e desonroso. Componham a relação com todo carinho, respeito e consideração que somente uma verdadeira power ballad deve receber.

 Convenhamos que enquanto sua amada, ela goza de um certo direito, que somente o verdadeiro Amor permite, de um dia se irritar com uma completa  bobagem e no dia seguinte dar risada de algo que você pensou que a deixaria furiosa. Calma, você tem todo direito de questionar essa e muitas outras atitudes, mas boa parte dessas vezes a melhor resposta é olhar em seus olhos, respirar fundo e falar – ou ao menos pensar: “Estou aqui e sei que de uma forma ou de outra você tem motivos para se sentir assim. E tão logo isso passe, ainda estarei aqui para você.” – sim, nem sempre ela terá razão… Mas e daí headbanger? Você por um acaso sempre tem? E acha que ela não releva vários de seus muitos defeitos? Alguns que você sequer percebe ter? Pense bem antes de cobrar dela o que quer que seja… Respeite-a em todos os sentidos.

 Ninguém deve amar uma mulher apenas por julgá-la fantasiosamente ideal e irretocável, mas sim por suas virtudes serem tão reais e evidentes, majestosas e mais importantes que suas supostas desvantagens e imperfeições, que se torne impossível não amá-la como se fosse a própria Afrodite em seu leito… E convenhamos que esse é exatamente o papel que ela tem e terá em sua Vida.

She Is My Rock ´N Roll… And Always Will Be.

 Jamais se esqueça de que o fato dela também ser desencanada, Rock ´N Roll, não ser “fresca”, gostar de beber, cantar, gargalhar, namorar e enlouquecer de alegria, não significa que você não deva cortejá-la à altura do posto que ocupa em sua Vida: o de uma verdadeira Rainha. Ela seguramente gosta de seus elogios “exagerados” mesmo que não admita. Se faz de durona e de moderna, mas gosta de seu cavalheirismo antiquado em certas situações. Ainda fica meio sem graça quando você fita seu rosto sem motivos, mas tenta disfarçar.

 Você não é perfeito, ela também não é, e isso sim comprova que existe uma relação perfeita em andamento: nem ela e nem você precisam enxergar perfeição um no outro para que se vivencie um sentimento perfeito. Esse é apenas um dos segredos. Os outros serão desvendados por ambos, buscando os mesmos um na Alma do outro, seja pelas trocas de olhares, através de passeios despretensiosos em praias desertas ou conversas que transitarão do supérfluo ao existencial, mergulhadas em vinhos, sabores e silêncios. Em meio a essa busca, você descobrirá que Alma dela é tão linda quanto seus olhos, seu rosto e seus trejeitos mais encantadores.

 Ela domina extremos que só você é capaz de perceber claramente: Carinhosa, doce e amável… gentil, Selvagem e adorável… turbulenta, calma e Romântica. Muito melhor do que qualquer Rock ´N Roll.

Bug do MilênioMundo Cao (Vídeo Oficial – Versão Acústica)

Mundo Cao: Fabio Gadel e Zeca Salgueiro

Mundo Cao: Fabio Gadel e Zeca Salgueiro

 Após um brevíssimo hiato para shows, ensaios, pockets, entrevistas e demais afazeres típicos de músicos profissionais, o Mundo Cao retorna gradualmente às atividades indoor, tendo liberado o vídeo oficial de um recente ensaio do trio. Para todos os efeitos podemos considerar que proveniente desse ensaio surgiu uma versão acústica também oficial de Bug do Milênio (9ª faixa do álbum de estreia da banda, Mundo Cao), tamanha a qualidade do áudio e vídeo do mesmo, com edição e tomadas profissionais – e convenhamos que apesar da primeira impressão, de “caseiro” esse vídeo tem somente a casa na qual foi filmado o ensaio da banda.

Mundo Cao: Felipe Abdala

Mundo Cao: Felipe Abdala

 Fabio Gadel (guitarrista/vocalista) no violão de 12 cordas e vocal, Zeca Salgueiro (baixista/vocalista) no violão convencional e vocais, e Felipe Abdala – o excelente baterista que entrou no lugar do grande Ivan Busic – na bateria/percussão, acabaram por emprestar uma roupagem totalmente nova a Bug do Milênio. Com um arranjo totalmente intimista e de forte pegada Country Rock, Fabio, Zeca e Felipe recriaram essa música em uma versão tão boa (ou talvez até melhor) que a original. Se for tão boa quanto a versão plugada ou melhor, na verdade tanto faz: o importante é que ficou realmente excelente.

Bug do Milênio – Mundo Cao (Vídeo Oficial – Versão Acústica)

Fontes & Referências

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