Archive for the ‘Rock & Cinema’ Category

50 Anos de Doro Pesch – Long Live The Metal Queen!

Doro Pesch Young

Doro Pesch: Fase Warlock.

 Em 3 de junho de 1964, nascia em Düsseldorf, Alemanha, a mulher que se tornaria uma das mais importantes referências para o mundo do Hard Rock e Heavy Metal: Dorothee Pesch.

 Desde os primórdios com a banda Warlock, Doro Pesch já se destacava não por sua juventude, beleza e sensualidade (o que era um recurso até muito comum entre outras bandas com mulheres entre seus integrantes na época), mas fundamentalmente por sua indiscutível aptidão como vocalista e compositora, além de ocupar uma função muito pouco frequentada por mulheres em bandas de Rock com pegada mais agressiva – afinal de contas, estamos falando de 1982, ok?

 Emplacou músicas que viriam a se tornar verdadeiros clássicos do Metal. Hits como Burning The Witches, All We Are, Für Immer, East Meets West e I Rule The Ruins, viriam se unir futuramente a músicas igualmente impressionantes em sua carreira solo, tais como Rock OnUnholy Love, Hellraiser, Fall For Me Again e We Are The Metalheads (hino composto por Doro em comemoração aos 20 anos do Wacken Open Air Festival), entre tantas outras grandes composições que estão presentes ao longo de toda sua discografia. 

Doro Pesch, The Metal Queen.

Doro Pesch, The Metal Queen.

 Claro que não estamos falando da Alta Idade Média, mas imaginem como não era exatamente fácil há 30 anos, uma mulher convencer fãs e empresários de Rock, de que estava realmente à altura do desafio de liderar uma banda de Heavy Metal. Além do mais, não podemos nos esquecer de que o início dos anos 80 foram cruciais para o estilo e foi nesse contexto que se deu a ascenção dessa pequena alemã que mal saíra da adolescência. Se hoje em dia as mulheres estão cada vez mais presentes em bandas de Hard e Heavy, em funções antes totalmente dominadas por homens, saibam que Doro Pesch pode e deve ser considerada a grande matriarca dessa “pequena” revolução cultural no meio musical. Sob o comando de sua voz linda e marcante, o cenário musical começou a mudar bastante para as mulheres. Não é à toa que essa bela jovem de 50 anos foi aclamada mundialmente por uma alcunha que mescla carinho, reconhecimento e devoção: Metal Queen.

Doro Pesch

Doro Pesch.

 Fora dos palcos e dos estúdios, Doro tem interesse em pintura e artes gráficas, mantém atividades diversas como praticar boxe tailandês e participar ativamente de causas sociais ligadas aos direitos das mulheres – com a ONG Terre de Femmes – e também aos direitos dos animais – fazendo parte inclusive do grupo PETA. Suas conhecidas “roupas de couro” por sinal, não são de couro: tratam-se de imitações sintéticas desenhadas e produzidas pela própria Doro em prol de reafirmar seu discurso de proteção por nossos amados irmãos animais.

Doro Pesch: Rock On!

Doro Pesch: Rock On!

 Ainda que apontada como Rainha do Metal, ela explicita com extrema simplicidade seu Amor incondicional pelos fãs em toda e qualquer oportunidade, curvando-se diante de uma verdadeira legião de súditos, indo até eles durante os shows e deixando-se abraçar enquanto canta e se declara, como eu mesmo testemunhei pessoalmente quando esteve este ano no Brasil. Eu disse fãs? Pois saibam que Doro prefere… bem, na verdade faz questão de nos chamar de família a todo momento. Essa é a grande verdade.

 Não há atributos que melhor definam a Nobreza de uma alma que Compaixão e Humildade. E o espírito de Doro Pesch faz jus ao seu título de Metal Queen indo muito além da música.

All Hail The Metal Queen! Long Live Doro Pesch!

Fontes:
http://www.doromusic.de/
http://www.terre-des-femmes.de/
http://www.peta.org/international/

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“Mick James Is Dead” – Novo CD de Mick James

Mick James Is Dead

Mick James Is Dead

 Mick James ataca novamente com o seu Rock permeado por guitarras de peso e harmonias muito bem amarradas, remetendo a cenas de filmes de terror. Mas dessa vez trata-se de seu primeiro disco solo: Mick James Is Dead.

 Com uma produção acima da média, fruto de sua já vasta experiência como músico, produtor e engenheiro de som, Mick consegue uma vez mais envolver os fãs com uma sonoridade perturbadora, quase visível, praticamente tangível.

 Todos os elementos que fizeram com que se tornasse ainda mais conhecido através da trilha sonora do programa de Criss Angel, MindFreak, estão presentes e ainda mais depurados. Além do estilo de Mick em si, timbres e efeitos criam uma atmosfera que já é marca registrada de seu trabalho.

 Mick James Is Dead é composto por 15 faixas:

1– Goodnight!;
2– Speeding Like A Fiend – com Dave “Snake” Sabo (Skid Row);
3– 911 / Guess What Your Dead – com Tony Harnell (TNT);
4– Wake Up Dead & Gone;
5– Rippers Speech;
6– Piss On My Grave – com Bobby Rondinelli;
7– She’s Comin Ta Getcha /Necrophilia (The Necromanic) – com B. Rondinelli;
8– Another Cup of Coffee?;
9– Die Mother Fucker Die!;
10– It’s On!;
11– I Don’t Fight Fair;
12– Had Enough I”d Rather Be Dead;
13– Reality Check / I Can’t Get No Rest In Peace – com Ron “Bumbleefoot” Thal & Bob Rondinelli;
14– My Life Before Me;
15– Crash – com Bob Rondinelli.

 Há também um vídeo para uma das músicas, que funciona também como um pequeno, mórbido e divertido curta.

Speeding Like A Fiend Mick James (Official Video)

E para quem quiser conhecer um pouco mais sobre a carreira de Mick, já publiquei sobre ele aqui: https://rockuniverse.wordpress.com/2012/09/10/quem-diabos-e-micky-james/

Fontes & Referências:
Novo Site: http://mickjamesisdead.com/
Site Oficial e Loja -> http://www.mickyjamesfos.com/
Reverbnation -> http://www.reverbnation.com/mickyjamesfos
Facebook -> http://www.facebook.com/pages/MICKY-JAMES-OFFICIAL-FAN-PAGE/103779476342876?ref=mf
Twitter -> http://www.twitter.com/Mickjamesbitch
MySpace ->http://www.myspace.com/freedomofspeechrecordingstudio
YouTube -> http://www.youtube.com/MickyJamesFOS

Holiness – Dead Inside: première e vídeo oficial

Dead Inside: Holiness 2013

Dead Inside: Holiness 2013

Eles conseguiram novamente: superaram minhas expectativas. Desde que escrevi sobre a banda pela primeira vez, ainda na época de Into The Light (do disco Beneath The Surface, de 2010), nunca mais parei de acompanhar o trabalho da Holiness.

Sempre falei dos arranjos, das qualidades técnicas de seus integrantes, das músicas como um todo… e também dos clipes oficiais, que primavam – e ainda primam – pela produção muito acima da média, até mesmo se comparados aos de algumas bandas já estabelecidas na cena Rock do Brasil.

E o que já era foda, podia melhorar? Bom, pelo que vimos na madrugada de 7 para 8 de setembro, mais do que certamente.

Partimos pouco antes da meia-noite rumo ao Manifesto para assistir em primeira mão o lançamento do novo clipe da banda. Chegamos no meio do show da The Hammer (Motörhead Cover) e apesar de eu não ser muito afeito de bandas cover, há de se tirar o chapéu para os caras, pois realmente mandam muito bem em todos os quesitos, puta som fiel ao de Sir Lemmy e seus asseclas. Tão válido que não poderia deixar de mencionar. Só isso.

Dead Inside: Cristiano e Fabrício

Dead Inside: Cristiano e Fabrício

Mas voltando ao assunto, papo vai, papo vem, esbarro aos poucos com o Fabrício (guitarra), Cristiano (bateria), André (baixo) e com alguns membros da produtora Loud Factory – aliás, já havia sido apresentado a eles no Live Metal Fest II e fiquei com uma ótima impressão. Pouco antes de anunciarem, conversamos rapidamente também com Stefanie. Faço perguntas gerais sobre as expectativas de cada um para a recepção do novo vídeo e outras amenidades. Todos tranquilos, no máximo um pouco ansiosos (principalmente Stefanie), mas ainda assim sob controle.

O que se seguiu quando apertaram o play lá em cima, foi algo que desconfiei logo que soltaram o teaser há algumas semanas: o clipe de Dead Inside trata-se de um curta de terror maravilhosamente bem produzido em todos os sentidos. Sério, galera, ficou LINDO! Fotografia, iluminação, tonalidades, maquiagem, figurinos, locações, conceito… absolutamente tudo!

Logo da produtora Loud Factory

Produtora Loud Factory

Eu sempre elogio o profissionalismo da Holiness, mas a Loud Factory não fica nada atrás. A produtora é um incalculável achado para a banda e para o cenário de Rock/Metal, não tenho como dizer de outra forma: fiquei fã.

Já havia ficado bastante admirado com o trampo deles no 3º clipe da Holiness, Mine, mas agora estou completamente embasbacado. E não sou do tipo que se impressiona fácil, acreditem.

Por que eu ainda não tinha ouvido falar desse pessoal? Onde estavam se escondendo? Bom, não sei, mas agora não vou perdê-los do radar de forma alguma.

No novo clip, Stefanie é abordada por uma criatura inicialmente indefinida, se acaba de correr, fugindo pelo mato, saltando, caindo e lutando até chegar em uma casa, onde Cristiano abre a porta sem entender nada para receber sua mulher completamente apavorada. Não quero falar muito para não estragar, mas as cenas transitam entre o enredo em si, com o medo comendo solto e cenas da banda tocando em um lugar – e vez por outra elementos do enredo surgem também na maquiagem da banda, “fora” do filme que acompanhamos.

Holiness

Holiness

Olha, ainda não sei como o público em geral é capaz de ignorar as bandas da nossa cena underground. Não, eu não escrevo sobre todas, sei disso muito bem, mas ao menos procuro conhecer tudo para escolher honestamente sobre o que escrever. Minha ideia não é apoiar cegamente toda e qualquer banda, apenas aquelas que tenham afinidade comigo, com o Rock Universe e, principalmente, trabalhos nos quais eu acredite de fato. É exatamente o caso da Holiness e de algumas outras já publicadas ou ainda por publicar.

Cristiano_Reis_Dead_Inside

Cristiano Reis: Dead Inside

Cristiano Reis: brother, você tem uma pegada convincente demais no comando da batera. Às vezes é a força exata que joga no braço, outras vezes a sutileza nos detalhes do arranjo, sei lá. O fato é que dá gosto ver e ouvir você tocando. Em Dead Inside, parece que você usou tudo que tinha, parabéns meu velho.

André Martins no clipe Dead Inside

André Martins: Dead Inside

André Martins: você ainda é recente na banda, mas já ouvi um pouco do teu trabalho na Hatematter e gostei. Já na Holiness, pude ouvir mais atentamente seu baixo em Drowning e na própria Dead Inside. Que graves de presença, hein? O timbre, a rapidez, as marcações e as frases em que ouvi, (inclusive ao vivo, no LMFII) você dobrando com o Fabrício não deixam um único buraco, excelente mesmo. A maneira como você ligou tudo em Dead Inside, fez com que eu quisesse ouvir mais de qualquer banda em que você seja o baixista, palavra.

Foto de Fabricio Reis em Dead Inside.

Dead Inside: Fabrício Reis

Fabrício Reis: ah, meu velho, sempre esses teus solos, riffs, harmonias e texturas, né? Já falamos disso algumas vezes, mas gosto de repetir: de arrepiar, sou teu fã confesso. Não faço ideia de onde você tira tanta inspiração (efeito Mizuho?) e em Dead Inside você me fez ter vontade de brincar de guitarrista novamente. Que RIFFS SÃO ESSES??? Na primeira vez que ouvi, já na intro eu pensei “pronto, lá vem o guri me mostrar novamente que como guitarrista, eu sempre fui somente um vocalista metido a tocar guitarra mesmo”.

Stéfanie Schirmbeck da banda Holiness

Dead Inside: Stéfanie Schirmbeck

Stefanie Schirmbeck: sua vez, Stéfanie. Não satisfeita em ser a tremenda vocalista que é, ainda me faz uma letra dessas, corre muito e sai na porrada com o sobrenatural. Brincadeiras à parte, eu realmente gosto da letra – até mesmo porque, por um acaso, algumas frases ali parecem muito com coisas que digo e nas quais acredito. Sobre a sua voz, além da gama de recursos que você sabe utilizar muito bem, em Dead Inside tive a impressão de que realmente interpretou como nunca cada verso. Dramaticidade é essencial e foi isso que ouvi. De mais a mais, impecável como de costume, uma das mais legítimas representantes de alguém que sabe exatamente o que quer, como quer chegar lá e o que quer fazer quando chegar.

Enfim, agora chega de texto e vamos ao que interessa.

Dead Inside Holiness (Official Video)

Ficha Técnica:
Produced by Loud Factory
Directed by Fernanda Castro Nascimento & Vagner Meirinho
Screenplay by Vagner Meirinho & Holiness
Edited By Vagner Meirinho
Production Manager: Tiago Pardal Assolini
Costume and Make up: Maurien Trabbold
Direction Assistant: Letícia Calvosa
Production Assistant: Laudir da Silva Reis
Image capture by Tiago Assolini and Lucas Machado

Fontes, Referências e Links Relevantes:
Loud Factory: http://www.loudfactory.net/
Reverbnation: http://www.reverbnation.com/holiness
Facebook: http://Facebook.com/HolinessBrasil
Twitter: https://twitter.com/BandaHoliness
MySpace: https://myspace.com/officialholiness
YouTube: http://www.youtube.com/user/officialholiness/videos
Cat Corsets: http://www.catcorsets.com/
https://www.facebook.com/blackcat.trabbold
https://www.facebook.com/pages/BlackCat/142239892473792
Todas as matérias sobre a Holiness no Rock Universe: https://rockuniverse.wordpress.com/tag/holiness/

While Your Lips Are Still RedNightwish (HD)

While Your Lips Are Still Red: vocal solo de Marco Hietala

While Your Lips Are Still Red: Marco Hietala & Tuomas Holopainen

While Your Lips Are Still Red é uma composição de Tuomas Holopainen e Marco Hietala que faz parte da trilha sonora do filme Lieksa!, do diretor finlandês Markku Pölönen. A música foi lançada no single Amaranth (2007) e conta apenas com Jukka Nevalainen (bateria) além dos próprios Marco e Tuomas em seu arranjo.

Trata-se de uma música suave e triste – ainda mais quando ouvida juntamente com seu vídeo oficial – mas, ainda assim, dotada de uma beleza e sobriedade que deixam ainda mais em evidência a maturidade lúdica de seus compositores. A voz de Marco, sem a habitual agressividade, pontuada pela voz ligeiramente dramática de Tuomas nos backing vocals, criam juntas uma atmosfera serena e incomum à figura de ambos. Um verdadeiro mérito dentro da atual cena musical afogada em velhos e cansativos clichês.

While Your Lips Are Still Red  – Nightwish

“Sweet little words made for silence
Not talk
Young heart for love
Not heartache
Dark hair for catching the wind
Not to veil the sight of a cold world

Kiss while your lips are still red
While he`s still silent
Rest while bosom is still untouched, unveiled
Hold another hand while the hand`s still without a tool
Drown into eyes while they`re still blind
Love while the night still hides the withering dawn

First day of love never comes back
A passionate hour`s never a wasted one
The violin, the poet`s hand,
Every thawing heart plays your theme with care

Kiss while your lips are still red
While he`s still silent
Rest while bosom is still untouched, unveiled
Hold another hand while the hand`s still without a tool
Drown into eyes while they`re still blind
Love while the night still hides the withering dawn”

Fonte: http://nightwish.com/pt/

Morre Jean Giraud, o genial artista conhecido como Moebius

Jean Giraud, o Mebius, em sua exposição de arte

Moebius: Jean Giraud em sua exposição

 2012 anda acumulando baixas expressivas no mundo das artes…morreu nesse sábado aos 73 anos, o genial artista francês Jean Henri Gaston Giraud, conhecido por todos como Moebius. Tenente Blueberry, Alien, O Segredo do Abismo, Surfista Prateado, Willow, Mestres do Universo, O Quinto Elemento e Tron são apenas alguns de seus trabalhos em Cinema e Quadrinhos.

 Em muitos ramos das Artes percebemos uma sutil ligação com o Rock, por isso meu destaque pessoal em sua obra, fica por conta de ter sido um dos fundadores da revista francesa Métal Hurlant. Essa revista ficou bastante popularizada entre desenhistas e músicos em nosso continente, como a aclamada publicação de ficção científica e fantasia conhecida sob o nome Heavy Metal – nome com o qual passou a circular principalmente nos EUA. Enquanto ex-músico e desenhista em quadrinhos, mantive sempre um especial interesse em tudo que fosse desenvolvido por Moebius, ou inspirado em suas criações – como também é o caso da admiração que tenho por Giger e Dalí entre outros.

Métal Hurlant the original Heavy Metal

Métal Hurlant

 Quando tive o prazer de conhecer sua obra, algo curioso me chamou a atenção logo de cara: a quantidade de headbangers que eu ia conhecendo, que não eram necessariamente desenhistas ou fãs de quadrinhos, e eram alucinados pela revista. Eram atraídos inicialmente pelo nome (óbvio) e mesmo constatando não se tratar de um periódico de Rock/Metal, tornavam-se fãs da revista e de seus colaboradores, tamanho o apelo junto a esse público.  Nessa época no Rio de Janeiro, normalmente não encontrávamos a Heavy Metal nas bancas, sequer nas poucas especializadas que existiam (doce ilusão): vasculhávamos incessantemente sebos, importadoras, lojas de modelismo, de RPG… eram tão raras que seus preços podiam ser bem salgados, fossem novas ou usadas. Durante muito tempo mal conseguíamos encontrar quatro ou cinco a cada seis meses, depois as coisas foram melhorando. Já adulto tive a sorte e a felicidade de encontrar sem querer por R$ 1,00 uma versão original francesa, ou seja, uma Métal Hurlant, e esse foi o meu maior troféu até hoje em caçadas por HQs.

Poster do filme de 1981, Heavy Metal

Arte principal do filme Heavy Metal de 1981

 A qualidade da Métal Hurlant/Heavy Metal rendeu ao Cinema duas fantásticas animações cult: Heavy Metal (de 1981, dirigida por Gerald Potterton) e Heavy Metal 2000 (naturalmente em 2000, dirigida por Michel Lemire e Michael Coldewey). Tanto as revistas quanto as animações são material destinado ao público adulto, uma vez que mesclam além de ficção científica e fantasia, uma boa dose de erotismo, ação e violência, mas com uma linguagem totalmente pautada na arte como seu maior recurso, fazendo da mesma seu grande diferencial.

 Jean Giraud, o Moebius, é mais um grande artista que retorna ao convívio dos Deuses das Artes, uma notável inspiração que se eterniza tal qual uma belíssima pintura, tão importante quanto suas mais renomadas e sofisticadas criações. Repose en Paix, Jean Giraud…Moebius.

Fontes: Coleção particular & http://www.moebius.fr/
http://www.moebius-transe-forme.com/

Rock Of Ages – Trailer Oficial e Sinopse

Rock Of Ages

 Rock of Ages trata-se de um musical da Broadway baseado no livro de Chris D’Arienzo, que ganhou uma versão homônima também musical para a 7ª Arte. A aventura tem como par romântico os personagens Drew Boley (Diego Boneta) e Sherrie Christian (Julliane Hough) que se conhecem em Sunset Strip em 1987. O casal acaba se vendo às voltas com uma guerra de intolerância cultural-musical, onde o objetivo seria acabar com o clube conhecido como…Rock Of Ages!

Tom Cruise interpreta Stacee Jaxx, um ícone do Rock ´N Roll envolvido diretamente com o clube e ex-vocalista da banda Arsenal – apresentada no filme como a melhor do mundo. Catherine Zeta-Jones dá vida à Patricia Whitmore, uma “defensora da moral e dos bons costumes” que come, bebe, sonha e respira fanatismo religioso. Seguindo o estereótipo, sua personagem odeia Rock e empreende uma campanha visando fechar definitivamente o local que dá nome ao filme. Fiquem com o trailer e demais informações mais abaixo:

Rock Of Ages – Trailer Oficial

Rock Of Ages: Tom Cruise teve o visual trabalhado para convencer a todos, mas esperemos é que o seu trabalho nos convença.

A trilha sonora conta com clássicos de Whitesnake, Def Leppard, Bon Jovi, Twisted Sister, Joan Jett, Poison, Journey, Night Ranger, Foreigner REO Speedwagon entre outros e a direção é de Adam Shankman. 

Rock Of Ages tem estréia prevista para junho de 2012 nos EUA.

Fontes: http://rockofagesmovie.warnerbros.com/
http://www.rockofagesmusical.com/
http://trailers.apple.com/
http://www.imdb.com/