Archive for the ‘Trash Metal’ Category

Kliav – Vídeo oficial de Bullet Time  e EP gratuito para download

Kliav - Metal Extremo 666% Profissional

 Um dia desses estava eu redefinindo minhas pautas atrasadas, mais-que-atrasadas e outras prestes a serem adiadas, quando fui abordado por uma assessoria de imprensa (para ser mais exato, pela Sol Brocanneli da Ziv World Music Press) acerca de uma banda ainda desconhecida para mim: Kliav. Em uma educadíssima apresentação – muito mais educada e profissional que tantas outras, diga-se de passagem – pediram minha opinião sobre a música do link enviado. O nome dessa música era Bullet Time e me acertou em cheio com um Trash/Death nos moldes daquilo que costumo chamar de ideal dentro desse estilo: bem executado, bem gravado, bem produzido e bem violento. De quebra havia notórias referências aos titãs de ambos os gêneros.

Sou bastante exigente em se tratando de sons mais extremos do Metal, portanto posso dizer sem medo de errar: esses caras são realmente MUITO bons dentro da categoria mais apocalíptica do Rock ´N Roll. Baixo e bateria trocando tiros de canhão sob o comando de Kabello e Bruno Renato; guitarras infernalmente timbradas e sincronizadas pelas mãos de Piu loko e João Paulo; e fechando o quinteto, o vocalista Theago Loco, cuja voz apresenta um assustador e eficaz gutural agressivo com mais extensões do que o convencional, oferecendo portanto ainda mais possibilidades à banda. Música excelente, músicos acima da média e profissionalismo em cada detalhe. Assistam logo abaixo um fragmento desse maravilhoso, singular e insano pesadelo sonoro:

Bullet Time Kliav (Official Video)

EP Kliav: This Is A New Kliav

 Para quem curtiu e quiser conhecer ainda mais o trabalho, seguem o tracklist do EP This Is A New Kliav, bem como o link para download gratuito disponibilizados pela própria banda:

1. Can you Hide
2. This is a new Kliav
3. Fame’s Virus
4. Bullet Time

Fonte e download do EPhttp://kliav.com/site/

KLIAV: Tudo sobre o lançamento do videoclipe de “BULLET TIME”

Foto do vocalista da banda Kliav

Kliav: Bullet Time

 Após meses de trabalho e planejamento, a banda Kliav lança seu primeiro vídeo clipe, Bullet Time, com uma atmosfera que mistura “Jogos Mortais” com “Silent Hill”, a banda apresenta os integrantes tocando em uma fábrica tenebrosa e um enredo envolvendo duas belas garotas com o vocalista-personagem, Theago Loco.

A produção do vídeo clipe ficou por conta do Studio Kaiowas, com direção de Léo Alves e Thiago Pinheiro, com o Argumento da banda Kliav. As atrizes convidadas foram Tamara Dubois (Loira) e Mônica Naganava (Morena), a equipe de produção contatou com Sandro Tozato (Cinegrafista), Ronaldo Dragon (Técnico de Luz) e Diego “Sangue” Turi (Assistente).

Foto do clip Bullet Time da banda Kliav

Kliav

 A locação em Campinas/SP, uma fábrica em atividade no distrito de Barão Geraldo, foi utilizada durante 13 horas até a finalização das filmagens. Foram utilizadas lonas e placas de papelão para manter o set sempre escuro e a luz sempre controlada, além do fogo que foi real e quase atingiu uma das atrizes.

Toda a sujeira que recobria o cenário, já estava no local antes das filmagens e é fruto de um processo industrial nas paredes da fábrica, que infelizmente é tóxico, sendo um local restrito ao uso de respiradores artificiais. Por este motivo a banda teve que gravar as cenas com uma pausa periódica, não livrando os envolvidos das famosas “engolidas secas” e “tosses de cachorro” durante as gravações de Bullet TimeO vídeo na íntegra pode ser visto na página oficial de lançamento, que conta com uma lista de grandes nomes da mídia especializada nacional dando suporte para a banda: http://www.kliav.com/bullettime

A banda Kliav é formada por Theago Loco (Vocal), João Paulo (Guitarra), Piu loko (Guitarra), Kabello (Baixo) e Bruno Renato (Bateria). Booking Managment com Sol Brocanneli da Ziv World Music Press.

Conheça um pouco mais sobre o trabalho da banda, seu som, o EP gratuito para download, e assista na íntegra o vídeo oficial da incrível porrada Bullet Timehttps://rockuniverse.wordpress.com/2012/04/02/kliav-video-oficial-de-bullet-time-e-ep-gratuito-para-download/

Links relacionados e e-mails de contato
Site oficial: http://www.kliav.com
MySpace: http://www.myspace.com/kliav
YouTube Channel: http://www.youtube.com/kliavbrazil
Twitterhttp://www.twitter.com/newskliav
Assessoria de Comunicação: http://www.zivworldmusicpress.com
sol.brocanelli@zivworldmusicpress.com
manager_band@hotmail.com
kliav@kliav.com

Seasons In The Abyss – Slayer

Slayer logo

SLAYER

 Em 1981 surgiu na Califórnia, mais precisamente em Huntington Park, uma banda composta por aqueles que pareciam ser a versão Trash Metal dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Tom Araya (baixo e vocal), Kerry King (guitarra), Jeff Hanneman (guitarra) e Dave Lombardo (bateria) forjaram em aço, rugidos, acordes, fúria e batidas letais, uma das mais sólidas bandas na linha sonora Bay Area – local de origem dos melhores grupos do estilo – a aliança musical que responde pelo tenebroso nome Slayer.

Seasons In The Abyss (1990), o 5º álbum de estúdio do quarteto, com produção de Rick Rubin e Andy Wallace, é um dos maiores discos de Trash já gravados, e carrega uma música homônima que é com muita justiça apontada como um dos hinos da banda e do gênero. Sem muito mais papo, apenas assistam, batam cabeça, curtam e façam a catarse do dia:

Seasons In The Abyss – Slayer (Official Video)

Fontes: Discografia Oficial & http://www.slayer.net/us/home

Primal Fear – Bad Guys Wear Black (Official Video)

Primal Fear 2012 album Unbreakable Bad Guys Wear Black

Unbreakable

Acompanho esses caras desde seu primeiro álbum, auto-intitulado Primal Fear (1998), e desde aquele primeiro contato fiquei um tanto quanto abismado pela sonoridade: uma banda de Power Metal flertando com Trash e Heavy Metal de maneira totalmente convincente, na época já às portas do século XXI. Guitarras, baixo e bateria totalmente desenvolvidos a partir das melhores referências no universo Metal, com um certo charme de anos 80, ou seja, entenda-se a partir disso a fórmula técnica-porrada-melodia trabalhadas a cada música. Quando soube que o vocalista tratava-se de Ralf Scheepers, notei que a proposta era bem mais do que séria, apesar de eu nunca ter me considerado um grande fã de Gamma Ray – banda na qual Scheepers se destacou ao lado de Kai Hansen, um dos homens que fez história como fundador do Helloween e autor de alguns dos maiores hinos do Power.

Para quem não sabe, Ralf Scheepers é simplesmente um vocalista muitíssimo acima da média, com uma voz de excepcional potência e agressividade, transitando dos graves aos agudos sem apelar para truques de estúdio e os já manjados macetes usados por muitos durante shows. Em seus momentos de notas mais altas, não raro é comparado a Rob Halford no auge de sua forma – na verdade a semelhança é notável.

Evidente que Scheepers é a estrela do time, mas não podemos desconsiderar de forma alguma aquele que fundou com ele essa devastadora máquina de velocidade e peso chamada Primal Fear: o baixista Matt Sinner. O sujeito produz, compõe e toca há um bom tempo – desde 1982 com sua banda Sinner entre outras – e acertou a mão quando na primeira formação, recrutou Klaus SperlingTom NaumannStefan LeibingHenny Wolter para o que parecia em princípio um projeto sem grandes pretensões. Como podem notar pelo termo “primeira formação”, a banda sofreu modificações de 1998 pra cá, sendo que a atual formação (insta salientar, tão boa quanto a original) conta com Magnus Karlsson e Alex Beyrodt nas guitarras, e Randy Black na bateria.

O novo disco Unbreakable (2012) – nono disco de estúdio da banda – traz 13 faixas furiosamente compostas e executadas do início ao fim, e no finalzinho do ano passado um clip oficial foi liberado – a música é tão boa e o vídeo tão bem produzido, que vale reprisar aqui…sem mais delongas:

Bad Guys Wear Black – Primal Fear (Official Video)

Fontes: Discografia oficial & http://www.primalfear.de/home/

Judas Priest: Burn In Hell & Ripper Owens

Tim "Ripper" Owens

Durante a passagem de Tim “Ripper” Owens pelo Judas Priest, existe um consenso de crítica e de público que em termos de composição essa foi uma fase muito aquém de tudo já feito pela banda até então. Owens tem uma voz fabulosa, a questão nem é essa. O que muito prejudicou a banda em verdade foram as músicas sem muito apelo junto aos fãs tanto da banda, quanto de Heavy Metal em geral. O timbre de guitarras quase que totalmente mergulhado no Trash não foi muito bem aproveitado nesse disco; claro que toda tentativa é válida, mas pelo calibre dos músicos do Judas, todos esperavam muito mais não importa o que eles pudessem tentar…de fato ninguém esperava de um gigante desses uma mera “tentativa”.


Judas Priest: Jugulator

Logo no primeiro disco com o novo vocalista – batizado de Jugulator, o 13º álbum de estúdio da banda lançado em 1997 – pode-se perceber a queda de qualidade do material produzido que apesar de não ser propriamente ruim, pareceu descaracterizar consideravelmente o estilo do grupo. O velho Judas tentou, conforme foi dito anteriormente, soar mais Trash do que Heavy, no entanto essa mudança não funcionou tão bem quanto se esperava, a despeito da incontestável qualidade de seus integrantes. Salvam-se poucas como é o caso de Cathedral Spires, Abductors, Death Row e Burn In Hell, e graças aos Deuses do Metal aos menos essas quatro são excelentes!

Judas Priest: Demolition

Já em Demolition (2001) parecia haver maior coesão entre Ripper Owens, K.K. Downing e Glenn Tipton – os guitarristas e principais compositores de grupo – mas ao longo de suas 13 faixas a identidade do Judas Priest ainda estava longe do que costumava ser. Jekyll and Hyde, Cyberface, Subterfuge, Bloodsuckers (com um trecho que remete vagamente à Cathedral Spires do disco anterior) e Metal Messiah (excelente por sinal) empurram a produção com um poder de convencimento um pouco maior – fato esse que acontece principalmente nos momentos em que a banda volta a soar mais Heavy e menos Trash. Alguém acha que isso se trata de coincidência?

Seja como for, mesmo os grandes tropeçam e ressurgem – Owens segue no ramo em outros grandes projetos, participando inclusive do disco Perpetual Flame (2008) do polêmico, porém virtuoso guitarrista Yngwie Malmsteen, e é claro que Rob Halford retornou ao Judas Priest em 2005 com Angel of Retribution. Para encerrar, segue abaixo uma daquelas 4 faixas de Jugulator que fizeram jus ao talento dos rapazes:

Burn In Hell

“…Burn in Hell…I can hear you whisper…Burn in Hell…You are going to blister…Burn in Hell…Screaming like a banshee…Burn in HellBurn…” \m/

Fontes: http://www.judaspriest.com/
http://www.timripperowens.com/