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Holiness – Dead Inside: première e vídeo oficial

Dead Inside: Holiness 2013

Dead Inside: Holiness 2013

Eles conseguiram novamente: superaram minhas expectativas. Desde que escrevi sobre a banda pela primeira vez, ainda na época de Into The Light (do disco Beneath The Surface, de 2010), nunca mais parei de acompanhar o trabalho da Holiness.

Sempre falei dos arranjos, das qualidades técnicas de seus integrantes, das músicas como um todo… e também dos clipes oficiais, que primavam – e ainda primam – pela produção muito acima da média, até mesmo se comparados aos de algumas bandas já estabelecidas na cena Rock do Brasil.

E o que já era foda, podia melhorar? Bom, pelo que vimos na madrugada de 7 para 8 de setembro, mais do que certamente.

Partimos pouco antes da meia-noite rumo ao Manifesto para assistir em primeira mão o lançamento do novo clipe da banda. Chegamos no meio do show da The Hammer (Motörhead Cover) e apesar de eu não ser muito afeito de bandas cover, há de se tirar o chapéu para os caras, pois realmente mandam muito bem em todos os quesitos, puta som fiel ao de Sir Lemmy e seus asseclas. Tão válido que não poderia deixar de mencionar. Só isso.

Dead Inside: Cristiano e Fabrício

Dead Inside: Cristiano e Fabrício

Mas voltando ao assunto, papo vai, papo vem, esbarro aos poucos com o Fabrício (guitarra), Cristiano (bateria), André (baixo) e com alguns membros da produtora Loud Factory – aliás, já havia sido apresentado a eles no Live Metal Fest II e fiquei com uma ótima impressão. Pouco antes de anunciarem, conversamos rapidamente também com Stefanie. Faço perguntas gerais sobre as expectativas de cada um para a recepção do novo vídeo e outras amenidades. Todos tranquilos, no máximo um pouco ansiosos (principalmente Stefanie), mas ainda assim sob controle.

O que se seguiu quando apertaram o play lá em cima, foi algo que desconfiei logo que soltaram o teaser há algumas semanas: o clipe de Dead Inside trata-se de um curta de terror maravilhosamente bem produzido em todos os sentidos. Sério, galera, ficou LINDO! Fotografia, iluminação, tonalidades, maquiagem, figurinos, locações, conceito… absolutamente tudo!

Logo da produtora Loud Factory

Produtora Loud Factory

Eu sempre elogio o profissionalismo da Holiness, mas a Loud Factory não fica nada atrás. A produtora é um incalculável achado para a banda e para o cenário de Rock/Metal, não tenho como dizer de outra forma: fiquei fã.

Já havia ficado bastante admirado com o trampo deles no 3º clipe da Holiness, Mine, mas agora estou completamente embasbacado. E não sou do tipo que se impressiona fácil, acreditem.

Por que eu ainda não tinha ouvido falar desse pessoal? Onde estavam se escondendo? Bom, não sei, mas agora não vou perdê-los do radar de forma alguma.

No novo clip, Stefanie é abordada por uma criatura inicialmente indefinida, se acaba de correr, fugindo pelo mato, saltando, caindo e lutando até chegar em uma casa, onde Cristiano abre a porta sem entender nada para receber sua mulher completamente apavorada. Não quero falar muito para não estragar, mas as cenas transitam entre o enredo em si, com o medo comendo solto e cenas da banda tocando em um lugar – e vez por outra elementos do enredo surgem também na maquiagem da banda, “fora” do filme que acompanhamos.

Holiness

Holiness

Olha, ainda não sei como o público em geral é capaz de ignorar as bandas da nossa cena underground. Não, eu não escrevo sobre todas, sei disso muito bem, mas ao menos procuro conhecer tudo para escolher honestamente sobre o que escrever. Minha ideia não é apoiar cegamente toda e qualquer banda, apenas aquelas que tenham afinidade comigo, com o Rock Universe e, principalmente, trabalhos nos quais eu acredite de fato. É exatamente o caso da Holiness e de algumas outras já publicadas ou ainda por publicar.

Cristiano_Reis_Dead_Inside

Cristiano Reis: Dead Inside

Cristiano Reis: brother, você tem uma pegada convincente demais no comando da batera. Às vezes é a força exata que joga no braço, outras vezes a sutileza nos detalhes do arranjo, sei lá. O fato é que dá gosto ver e ouvir você tocando. Em Dead Inside, parece que você usou tudo que tinha, parabéns meu velho.

André Martins no clipe Dead Inside

André Martins: Dead Inside

André Martins: você ainda é recente na banda, mas já ouvi um pouco do teu trabalho na Hatematter e gostei. Já na Holiness, pude ouvir mais atentamente seu baixo em Drowning e na própria Dead Inside. Que graves de presença, hein? O timbre, a rapidez, as marcações e as frases em que ouvi, (inclusive ao vivo, no LMFII) você dobrando com o Fabrício não deixam um único buraco, excelente mesmo. A maneira como você ligou tudo em Dead Inside, fez com que eu quisesse ouvir mais de qualquer banda em que você seja o baixista, palavra.

Foto de Fabricio Reis em Dead Inside.

Dead Inside: Fabrício Reis

Fabrício Reis: ah, meu velho, sempre esses teus solos, riffs, harmonias e texturas, né? Já falamos disso algumas vezes, mas gosto de repetir: de arrepiar, sou teu fã confesso. Não faço ideia de onde você tira tanta inspiração (efeito Mizuho?) e em Dead Inside você me fez ter vontade de brincar de guitarrista novamente. Que RIFFS SÃO ESSES??? Na primeira vez que ouvi, já na intro eu pensei “pronto, lá vem o guri me mostrar novamente que como guitarrista, eu sempre fui somente um vocalista metido a tocar guitarra mesmo”.

Stéfanie Schirmbeck da banda Holiness

Dead Inside: Stéfanie Schirmbeck

Stefanie Schirmbeck: sua vez, Stéfanie. Não satisfeita em ser a tremenda vocalista que é, ainda me faz uma letra dessas, corre muito e sai na porrada com o sobrenatural. Brincadeiras à parte, eu realmente gosto da letra – até mesmo porque, por um acaso, algumas frases ali parecem muito com coisas que digo e nas quais acredito. Sobre a sua voz, além da gama de recursos que você sabe utilizar muito bem, em Dead Inside tive a impressão de que realmente interpretou como nunca cada verso. Dramaticidade é essencial e foi isso que ouvi. De mais a mais, impecável como de costume, uma das mais legítimas representantes de alguém que sabe exatamente o que quer, como quer chegar lá e o que quer fazer quando chegar.

Enfim, agora chega de texto e vamos ao que interessa.

Dead Inside Holiness (Official Video)

Ficha Técnica:
Produced by Loud Factory
Directed by Fernanda Castro Nascimento & Vagner Meirinho
Screenplay by Vagner Meirinho & Holiness
Edited By Vagner Meirinho
Production Manager: Tiago Pardal Assolini
Costume and Make up: Maurien Trabbold
Direction Assistant: Letícia Calvosa
Production Assistant: Laudir da Silva Reis
Image capture by Tiago Assolini and Lucas Machado

Fontes, Referências e Links Relevantes:
Loud Factory: http://www.loudfactory.net/
Reverbnation: http://www.reverbnation.com/holiness
Facebook: http://Facebook.com/HolinessBrasil
Twitter: https://twitter.com/BandaHoliness
MySpace: https://myspace.com/officialholiness
YouTube: http://www.youtube.com/user/officialholiness/videos
Cat Corsets: http://www.catcorsets.com/
https://www.facebook.com/blackcat.trabbold
https://www.facebook.com/pages/BlackCat/142239892473792
Todas as matérias sobre a Holiness no Rock Universe: https://rockuniverse.wordpress.com/tag/holiness/

Drowning Ouça o novo single da Holiness (Áudio e Letra)

Arte da nova música da banda Holiness

Drowning: Holiness New Single.

 A banda Holiness parece dotada de uma doença incurável chamada “inquietação musical”. Ignoram totalmente o adágio popular de que “em time que está ganhando, não se mexe”. Não importa o quanto possa parecer arriscado, eles fazem questão de correr atrás e provar que podem fazer do excelente algo ainda mais incrível – e o que é melhor, sem descaracterizar sua personalidade artística.

Cristiano Reis e Stefanie Schirmbeck: baterista e vocalista da Holiness.

Holiness: Cristiano Reis e Stéfanie Schirmbeck.

 Desde antes do lançamento do single anterior, Dead Inside, eles chegaram a comentar abertamente em shows, que em 2013 poderíamos esperar por ótimas surpresas. Cá entre nós, eu ficaria surpreso somente se eles criassem algo de qualidade duvidosa, porque talento, garra e perfeccionismo são apenas algumas das assinaturas da banda. Seja em gravações de estúdio, em vídeos oficiais ou nos palcos, eles primam pela capacidade de se superar em cada riff, solo, batida ou simplesmente pela voz hipnotizante de Stéfanie. 

Formação da banda Holiness: André Martins, Stéfanie Schirmbeck, Cristiano Reis e Fabrício Reis.

André Martins, Stéfanie Schirmbeck, Cristiano Reis e Fabrício Reis: Holiness 2013

 Drowning me deixou orgulhoso como fã brasileiro de Metal. Orgulhoso pelo fato de ouvir mais uma banda brasileira, fazendo algo que normalmente fica restrito a poucas bandas hoje em dia: surpreendendo e acertando. Não é apenas mais uma música “legal”. É FODA. Não é mais um clichezinho fácil, fórmula pronta do tipo “vamos dar a eles aquele sonzinho óbvio, mas que já sabemos que vai agradar”.

 A música é apenas excelente, a letra é ótima e quanto à produção… ah, meu amigo, que PUTA produção. Esse pessoal da Loud Factory faz um trabalho de gente muito grande – não é à toa que a Holiness, com o padrão de excelência que costuma manter, se encontrou tremendamente à vontade com essa equipe. Conheci os caras no Live Metal Fest II, do qual a própria Holiness participou, e pelo pouco que pude perceber ao longo da conversa que tivemos, além do profissionalismo explícito (vide o single Dead Inside e também a gravação do clipe de Mine), são pessoas muito fáceis de lidar. Sou da política de que pessoas tranquilas, honestas, humildes e obstinadas, costumam produzir coisas boas em todas as áreas da vida. Seja no palco ou nos bastidores. Que a Holiness continue evoluindo e encontrando parceiros que façam por merecer o seu respeito e confiança. Long Live Holiness!

Drowning – Holiness (Official Audio Stream)

I’m sinking deeper in this mud
Feels like I’m drowning and I can’t escape
But I know I’m still breathing

Is there anyone listening?
Is there anyone sane in this selfish world?
I know I’ve got just one chance

I want to know what’s left behind
So I can move on again
With no sorrow or regret
I´ll keep the promisses I made
when everything is through

Everyday feels like a struggle
Don’t want to decide which side to choose
And I can hear you screaming

Every threat is real
Every mistake wouldn’t be my last
Don’t try to stand in my way

I want to know what’s left behind
So I can move on again
With no sorrow or regret
I’ll keep my promisses

With no one’s permission
Now I’ll write my own lines
This time

I used to feel
I was safe in this place full of lies
Now I believe everyone’s got they’re own truth to hide
Inside

Behind these walls, my thoughts
Under this skin, my scars
Inside this mind , my fears
I wish I could erase

I want to know what’s left behind
So I can move on again
With no sorrow or regret
I’ll keep my promisses

With no one’s permission
Now I’ll write my own lines

I want to know what’s left behind
So I can move on again
With no sorrow or regret
I´ll keep the promisses I made
when everything is through

Fontes, Referências e Informações Técnicas: Music by Stefanie Schirmbeck, Fabrício Reis & Cristiano Reis
Lyrics by Stefanie Schirmbeck
Produced by Critiano Reis & Fabrício Reis
Mixed and Mastered by Vagner Bigu (Loud Factory Productions/Studio): http://www.loudfactory.net/
Recorded by Adair Daufembach 
Artwork by Marcelo Campos

Reverbnation: http://www.reverbnation.com/holiness
Facebook: http://Facebook.com/HolinessBrasil

Live Metal Fest II: Como foi a Sexta-feira Santa no Inferno?

Quem passou a sexta-feira Santa no Inferno Club teve um experiência bastante válida. Por que? Pelo seguinte: Live Metal Fest II.

Um trabalho sério com 6 bandas autorais brasileiras. Metal do começo ao fim. Até então, das bandas que se apresentaram, eu só tinha assistido à Holiness ao vivo. Não vou mentir pra vocês, só tinha ouvido duas das outras cinco, não sou o maior fã de Metal mais extremo – que era o caso das mesmas – mas ainda assim preciso dizer: não fiquei nem um pouco desapontado. Muito pelo contrário.

Lotou? Não, não lotou. Infelizmente. Mas também não estava nem um pouco vazio. Quem esteve lá sabe muito bem do que estou falando. Evidente (ou não tão evidente) que ao longo do show tive muitos momentos reflexivos quanto à cena Rock do Brasil. Estrutura, apoio, divulgação, mentalidade do público… bem, um sem número de fatores que discutiremos nessa e nas próximas matérias.

Retomando o Live Metal Fest II, o que vimos foi o seguinte: bandas muito boas, músicos gabaritados e super empenhados, mas a parte da estrutura de som um tanto irregular por parte dos organizadores e da casa – que aliás, muito admiro, respeito e defendo.

Stefanie Schirmbeck Vocalista Holiness

Stefanie Schirmbeck

HOLINESS

A primeira banda foi a Holiness, a única que eu já conheço a fundo e sei de cabeça praticamente todos os arranjos. São grandes músicos, fato incontestável.

O que me deixou particularmente incomodado, foi constatar que a despeito da boa vontade e compromisso dos organizadores, o som quase comprometeu a apresentação da banda em vários momentos. Não em relação à execução, mas no que diz respeito à qualidade do equipamento de som disponível para as bandas. Não fossem Stefanie Schirmbeck (vocal), Cristiano Reis (bateria), Fabricio Reis (guitarra) e o novo baixista, André Martins, excelentes músicos, não teriam conseguido contornar tanto quanto possível os problemas do som em vários momentos. 

André Martins baixista da banda Holiness

André Martins

Cristiano Reis baterista da banda Holiness

Cristiano Reis

Fabricio Reis Guitarrista da banda Holiness

Fabricio Reis

Nessas horas vemos o quanto disciplina, horas e mais horas seguidas de estudos e ensaios separam amadores de profissionais. Ainda fico impressionado com o domínio, lucidez e a presença de palco da banda – e não é papo de fã, não.

Holiness no Live Metal Fest II

Holiness: Live Metal Fest II

 Aliás, como de costume Stefanie consegue “ler” e conduzir o público. Todos estavam longe do palco e ela não se fez de rogada, disparando logo após o final da primeira música: “(…) Está vazio aqui na frente, cheguem mais perto, galera!” – Timidez coletiva prontamente resolvida. Aquela menina pequena e delicada, além de uma tremenda voz (e que graças a isso conseguiu driblar o som precário por diversas vezes), tem mais ou menos uns 3 metros de altura em cima de um palco, ou seja, moral que não acaba mais.

HAMMATHAZ

Não tenho muitas fotos dessa banda. Na verdade, pude aproveitar apenas uma e não está lá essas coisas, mas por um motivo que me causou certo orgulho alheio: o público abriu uma roda bastante empolgada e eu não poderia disputar espaço com um câmera na mão. E isso me deixou muito feliz, acreditem.

Hammathaz no Live Metal Fest II

Hammathaz

O vocal abissal de Jr Jacques, somando-se a0s arranjos agressivos dos caras e mais uma quantidade razoável de fãs ensandecidos, pulando pra todo lado e de todo jeito são a fórmula perfeita para um show extremo no palco E fora dele – e tudo sem violência, ok? O Hammathaz pontuou muito bonito em todos os quesitos.

Forka no Live Metal Fest II

Forka: Live Metal Fest II

FORKA

 Eu achei que iria dar uma respirada, mas não rolou. Quando o pessoal do Forka pisou no palco, foi como se tivessem tocado o gongo novamente, reiniciando a luta.

Ronaldo Coelho vocalista do Forka

Ronaldo Coelho

Ronaldo Coelho trucidando o público nos vocais, peso de sobra, qualidade idem, todo mundo surtando, mas novamente o equipamento da casa começou a comprometer o bom andamento da coisa.

Forka no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Forka: LMF II

A tal ponto, que após consecutivas reclamações da banda dirigindo-se à mesa de som, acharam por bem encerrar a apresentação um pouco antes do previsto. Ainda assim, mesmo com esses problemas, não posso falar que a performance dos caras foi menos do que impressionante.

Marcelo Carvalho da banda Trayce no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Marcelo Carvalho

TRAYCE

 Essa banda foi muito bem recomendada por algumas pessoas do próprio público. Marcelo Carvalho é um vocalista a ser muito respeitado, seja ou não você um fã da banda. Mais um excelente trabalho que transpira peso, qualidade e garra, tendo o público na mão do começo ao fim.

 

Trayce no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Trayce

Quanto mais eu conheço bandas, mais vejo que não conheço bandas o suficiente. Vocês, fãs e pensadores do Rock, poderiam fazer a mesma coisa e começar a frequentar festivais de qualquer porte, ao invés de ficar esperando eventos famosos trazerem suas bandas favoritas para um show pífio, caro e burocrático.

Clayton Bartalo no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Clayton Bartalo

SCREAMS OF HATE

Olha, vou falar uma coisa pra vocês: Clayton Bartalo deve ser um dos maiores amantes de Metal Extremo que já tive a oportunidade de assistir ao vivo. Ele subiu ao palco acho que pelo menos duas vezes durante o Live Metal Fest II para dividir os vocais com outras bandas e vocalistas. E era notório que ele estava simplesmente adorando tanto quanto o público.

Screams Of Hate no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Screams Of Hate

Quando falo de união dentro da cena Rock, é disso que estou falando. O sujeito deu o sangue pelo festival em forma de berros possessos. E a banda como um todo não deve nada a qualquer outra, largando a mão com uma precisão assombrosa.

Wash no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Wash

COMMAND6

E quando eu tinha certeza que todos estavam exaustos e que eu não poderia me surpreender com mais nada, eis que surgem esses sujeitos comandados por Wash, um vocalista com ares de loucura e cujas qualidade técnicas só puderam ser rivalizadas pelo seu carisma e capacidade de se comunicar com o público.

Command6 no Live Metal Fest II, no Inferno Club

Command6

Essa banda assim como as outras, não brinca em serviço. Músicos talentosos, músicas furiosamente executadas e um palco que se apequenou para tamanho profissionalismo.

Festival fechado com Chave de Adamantium!

Command6

Command6

CONSIDERAÇÕES GERAIS

LMF II

LMF II

 O Live Metal Fest II é uma iniciativa fantástica e deve continuar, MAS, diante do fato de todas as bandas terem reportado problemas técnicos quanto ao retorno, é o caso de darem a devida atenção, uma vez que o público também observou questões quanto à irregularidade do som. Ouvi conversas na plateia, fiz perguntas aqui e ali junto ao público, e a despeito do bom feedback pela proposta e pelas ótimas bandas, seria bom darem uma pensada no que fazer para melhorar o som para público e para os músicos. Independente disso, quero deixar claro a todos que o Inferno Club é um lugar INCRÍVEL e mais do que recomendo que vocês conheçam e passem a frequentar cada vez mais; a casa já é referência nas noites de Rock de São Paulo há algum tempo.

Os organizadores do festival têm todo meu apoio pela coragem, pela ousadia e por darem a cara pra bater, apostando em um evento acessível ao público (R$ 20,00 por um dia inteiro) mas se eu realmente quero ajudar de alguma forma a fazer a coisa dar certo, não vai ser com falsos elogios e tapinhas nas costas que vamos esperar por melhoras.

No mais, parabéns às bandas e ao público presente. Espero que com iniciativas como essa, todos comecem a dar mais atenção ao trabalho de bandas autorais. Outro aspecto legal foi ter ouvidos comentários positivos de gente que não conhecia algumas bandas entre as músicas e após o evento. E é pra isso que servem os shows: para prestigiar e conhecer o trampo dos músicos.

Stefanie: Lady Holiness

Stefanie: Lady Holiness

Momento curioso: um garoto que estava mais ou menos perto de mim, ficou meio espantado por ter visto várias pessoas cantando junto com Stefanie, da Holiness. Ele olhava pra mim, olhava para outros fãs cantando e olhava para ela no palco novamente. Isso é bom para as pessoas caírem em si cada vez mais, refletindo sobre o que estão perdendo ao nunca terem ouvido bandas locais e/ou independentes. Não vejo problemas em que gostemos de ver bandas cover vez por outra, além daquelas consagradas na História do Rock. Vejo problemas quando as pessoas só querem ver as famosas lendas do Rock ao vivo, consideram bandas cover a salvação dos eventos e noites de Rock, mas depois reclamam que “não tem bandas novas boas no Brasil”. E quantas realmente conhecemos?

Listem mentalmente quais bandas nacionais de Rock (as recentes, por favor) vocês conheceram, ouviram ou assistiram nos últimos 12 meses e avaliem a si mesmos com honestidade. Saibam que vocês são os maiores responsáveis pelo renascimento ou pela morte da cena. Pensem nisso.

Fontes e Referências: http://www.infernoclub.com.br/

https://www.facebook.com/InfernoClube – https://www.facebook.com/livemetalfest

https://www.facebook.com/HolinessBrasil – https://www.facebook.com/hammathaz.brasil

https://www.facebook.com/ForkaOfficial – https://www.facebook.com/TrayceOfficial

https://www.facebook.com/screamsofhate – https://www.facebook.com/command6

Tommy Guitars: Tributo aos Heróis da Guitarra

Tributo aos Heróis da Guitarra

A Tommy Guitars está apoiando o Tributo aos Heróis da Guitarra, um evento encabeçado pelos conceituados guitarristas Kleber K. Shima (professor e proprietário do Instituto Musical K2S) e Michel Leme (professor do Instituto IG&T e membro das bandas ARM e Sangue). Além da presença de músicos patrocinados pela Graphtech, como André Martins e Tiago de Moura, além do próprio Kleber K. Shima, o evento também irá contar com a participação de convidados ilustres, como Rafael Bittencourt (Angra), Heraldo Paarman (Ultraje a Rigor), Kiko Muller (Golpe de Estado) e das bandas Sangue e Hot Rocks.

Na ocasião haverá diversos sorteios de prêmios, como sorteio de pedais Fire Custom Shop e Tom Tone, além de regulagens para guitarras da conceituada Music Maker Custom Guitars, empresa que também está apoiando o evento.

Convidados especiais
– Rafael Bittencourt (Angra)
– André Martins
– Tiago de Moura
– Heraldo Paarman (Ultraje a Rigor)
– Misty
– Abdalla Kilsam
– Pedro Maprelian
– Bruno Ladislau
– Paulo Zinner (Rita Lee)
– Kiko Muller (Golpe de Estado)
– Fabio Zaganin (Taffo)
– Emerson Marciano (Teatro Mágico)

Participação das bandas
Sangue
Hot Rocks

Dados complementares
Data: 17/11 (quinta-feira)

Horário: 21h00
Ingresso: R$ 15,00

Tel: (11) 3258-8066
Local: Café Piu-Piu
Endereço: Rua 13 de maio, 134 – Bixiga/SP

Sites relacionados:
www.kleberk.pro.br
www.cafepiupiu.com.br
www.tommyguitars.com.br
www.facebook.com/tommyguitars
http://twitter.com/#!/tommy_guitars

Fonte: Island Press

Marcos De Ros: vídeo com o guitarrista Mattias Eklundh

Marcos De Ros

 No mês de setembro o guitarrista MARCOS DE ROS esteve em São Paulo e participou de vários eventos de grande relevância para o mercado da música nacional. Na Expomusic 2011 esteve presente nos estandes da Fuhrmann, que desenvolve pedais analógicos para guitarra, violão e contrabaixo, e da Ibox, que frabrica suportes, correias e bags. Alguns dias depois tocou no prestigiado teatro do IG&T, ao lado de outros guitarristas conceituados da música instrumental brasileira, com destaque para o André Martins, Wanderson Bersami e Tiago de Moura. O evento Graphtech Day foi um grande sucesso! Ainda durante sua estada em São Paulo, o músico visitou a fábrica da Fuhrmann, localizada na cidade de Penápolis, no interior do Estado, e discutiu alguns projetos futuros e algumas ações que tomarão curso ainda este ano. Voltando agora suas atenções para o projeto “Sociedade das Aventuras Fantásticas”, MARCOS DE ROS gravou um vídeo bem humorado onde contracena com talentoso guitarrista sueco Mattias Eklundh (Freak Kitchen). Clique em CC na barra do player à direita para assistir com legendas 😉

Marcos De Ros e Mattias Eklundh


Sites relacionados:
www.deros.com.br 
www.youtube.com/user/marcosderos
www.facebook.com/MarcosDeRos
www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=2498420

Fonte: Island Press