Posts Tagged ‘Doro’

“All For Metal” apresenta vários artistas consagrados do metal, que também podem ser vistos no videoclipe. Entre eles, estão Mille Petrozza (Kreator), Johan Hegg (Amon Amarth), Chuck Billy (Testament), o saudoso Warrel Dane (Nevermore e Sanctuary), Jeff Waters (Annihilator), integrantes do SabatonRoss The Boss (Manowar), Rock ‘N’ Rolf (Running Wild), integrantes do DetraktorTommy Bolan (ex-Warlock), Andy Brings e o The Ultimate Doro Clan.

Doro explica: “Eu acho que a música ‘All For Metal’ é um hino como ‘All We Are’, com alguns ótimos convidados cantando, que são todos meus amigos. É uma música ótima para shows e espero que vocês gostem, pois é uma das minhas preferidas!”

Entre os músicos participantes está Warrel Dane, vocalista do Nevermore e Sanctuary falecido em dezembro do ano passado ‘All For Metal’ já é uma das músicas favoritas de Doro Pesch | Foto: divulgação … 966 mais palavras

via Doro lança clipe de ‘All For Metal’ com integrantes do Testament, Amon Amarth, Kreator e outros — Rockarama

Advertisements

“Love’s Gone To Hell” – Doro Pesch (Official Video)

Love's Gone To Hell

Love’s Gone To Hell

Sim, eu sei que sou fã de Doro Pesch. Muito. Se você já visitou o Rock Universe mais de uma vez, talvez deva ter visto algumas matérias sobre seu trabalho ou tags referentes. Só que essa mulher merece nossa reverência. Além de ser uma simpatia e atuar em causas nobres, é uma artista fantástica. Claro que sua beleza chama demais a atenção, isso não é novidade, mas quando o talento excede (e muito, muito mesmo) a média, isso se torna apenas um recurso secundário, opcional, reservado para fotos e vídeos.

O single Love’s Gone To Hell, que será lançado em 1º de abril, trata-se de uma power ballad de respeito, escrita por Doro e Andreas Bruhn, contando com os talentos individuais de Johnny Dee (bateria), Nick Douglas (baixo), Bas Maas (guitarra), Luca Princiotta (guitarra) e Harrison Young (teclado).

A Música (sim, “Música”, com inicial maiúscula) combina uma linha vocal cativante (e convenhamos que o timbre da Metal Queen continua lindo, hipnótico), guitarras com arranjo e peso dramáticos, típicos do estilo, baixo e bateria que apontam a direção e martelam o ritmo de maneira eficaz, remada a remada, sem firulas e de maneira firme, além de uma introdução de piano cujo tema funciona como um gatilho emocional, nos conduzindo do início ao fim, principalmente quando o mesmo mescla-se naturalmente ao teclado que permeia toda a harmonia.

Essa nau artística capitaneada por Doro Pesch, parece ter conseguido transpor conceitos dos anos 80 diretamente para 2015/2016, com as devidas repaginações, recriando algo atual, musicalmente majestoso. Se você tiver um pingo de dramaticidade Rock N Roll nas veias, essa música vai lhe dizer algo. A progressão harmônica preenche seus sentidos e toca sua alma. A própria Doro declarou que considera essa música algo no mesmo nível de hinos como “All We Are”, “Für Immer” e “Love Me In Black”.

Ainda sobre o lançamento, ele terá mais de uma versão: uma em vinil e também um 6-Track Maxi Single, com 3 versões de “Love´s Gone To Hell” (single, radio e demo edit), o dueto com Lemmy e duas faixas ao vivo “Rock Till Death” (dueto com Hansi Kürsch, do Blind Guardian) e “Save My Soul”. Vejam o resumo logo abaixo.

Doro 2016

Doro 2016

Limited Edition Vinyl Single
Side A
01. Love´s Gone To Hell
Side B
02. It Still Hurts (um dueto de Doro com Lemmy)

“Love´s Gone To Hell” – Maxi Single
01. Love´s Gone To Hell (Radio Version) – 03:28
02. Love´s Gone To Hell (Single Version) – 04:13
03. It Still Hurts (feat. Lemmy Kilmister) – 04:06
04. Rock Till Death (Live) – 03:59
05. Save My Soul (Live) – 03:37
06. Love´s Gone To Hell (Original Demo Version) – 04:54

Voltando ao novo vídeo, algo também me remeteu aos anos 80: há uma história em andamento. Imagens da banda tocando em um salão do castelo de Bückeburg (com cerca de 700 anos, na Alemanha), são intercaladas por cenas que contam a trágica trajetória de um casal contemporâneo, ambos visualmente do meio Rock, interpretados por Pascal Hauffe e pela própria Doro Pesch.

O enredo é a narrativa de uma relação que se desenvolve do Amor ao abuso, onde a vocalista acaba dando uma pista do quanto está engajada na causa das mulheres, sem falar que o próprio nome da música ganha sentido conforme ouvimos a letra e assistimos o clip. Para quem não sabe, conforme citei em outras matérias, além de atuante junto ao PETA, ela também participa da Terre de Femmes, uma ONG ligada à denúncia e proteção de mulheres, da qual é embaixadora desde 2009. Ao longo do vídeo, a personagem dela toma decisões confusas, boas e ruins, como é bastante comum de se ver em situações de abuso físico e emocional. Uma história pesada e realista.

Tratando-se de uma artista de extremo bom gosto, logicamente o resultado do clip é um belo trabalho da DLuxe Media, com produção e direção de Tobias Langer. O jogo de luzes, fotografia, cortes, a proposta em si, tudo me agrada (talvez por ser parte do meu direcionamento visual, vai saber). Recomendo que assistam, sintam e entendam porque ninguém se torna Metal Queen do dia pra noite.

Fontes & Referências
http://www.doromusic.de/news_en.php
http://www.nuclearblast.de/en/label/music/band/news/details/4259655.71109.doro-video-premiere-039-love-039-s-gone-to-hell-039.html

http://www.blabbermouth.net/news/video-premiere-doros-loves-gone-to-hell/
http://www.metal-hammer.de/doro-video-premiere-zu-loves-gone-to-hell-601959/
http://www.goettinger-tageblatt.de/Goettingen/Uebersicht/Goettinger-Agentur-produziert-Video-und-neue-Single-von-Doro-Pesch
https://www.facebook.com/DoroPeschOfficial/
https://www.facebook.com/DoroPeschOfficialGerman/ 
http://www.dluxe-media.de/

50 Anos de Doro Pesch – Long Live The Metal Queen!

Doro Pesch Young

Doro Pesch: Fase Warlock.

 Em 3 de junho de 1964, nascia em Düsseldorf, Alemanha, a mulher que se tornaria uma das mais importantes referências para o mundo do Hard Rock e Heavy Metal: Dorothee Pesch.

 Desde os primórdios com a banda Warlock, Doro Pesch já se destacava não por sua juventude, beleza e sensualidade (o que era um recurso até muito comum entre outras bandas com mulheres entre seus integrantes na época), mas fundamentalmente por sua indiscutível aptidão como vocalista e compositora, além de ocupar uma função muito pouco frequentada por mulheres em bandas de Rock com pegada mais agressiva – afinal de contas, estamos falando de 1982, ok?

 Emplacou músicas que viriam a se tornar verdadeiros clássicos do Metal. Hits como Burning The Witches, All We Are, Für Immer, East Meets West e I Rule The Ruins, viriam se unir futuramente a músicas igualmente impressionantes em sua carreira solo, tais como Rock OnUnholy Love, Hellraiser, Fall For Me Again e We Are The Metalheads (hino composto por Doro em comemoração aos 20 anos do Wacken Open Air Festival), entre tantas outras grandes composições que estão presentes ao longo de toda sua discografia. 

Doro Pesch, The Metal Queen.

Doro Pesch, The Metal Queen.

 Claro que não estamos falando da Alta Idade Média, mas imaginem como não era exatamente fácil há 30 anos, uma mulher convencer fãs e empresários de Rock, de que estava realmente à altura do desafio de liderar uma banda de Heavy Metal. Além do mais, não podemos nos esquecer de que o início dos anos 80 foram cruciais para o estilo e foi nesse contexto que se deu a ascenção dessa pequena alemã que mal saíra da adolescência. Se hoje em dia as mulheres estão cada vez mais presentes em bandas de Hard e Heavy, em funções antes totalmente dominadas por homens, saibam que Doro Pesch pode e deve ser considerada a grande matriarca dessa “pequena” revolução cultural no meio musical. Sob o comando de sua voz linda e marcante, o cenário musical começou a mudar bastante para as mulheres. Não é à toa que essa bela jovem de 50 anos foi aclamada mundialmente por uma alcunha que mescla carinho, reconhecimento e devoção: Metal Queen.

Doro Pesch

Doro Pesch.

 Fora dos palcos e dos estúdios, Doro tem interesse em pintura e artes gráficas, mantém atividades diversas como praticar boxe tailandês e participar ativamente de causas sociais ligadas aos direitos das mulheres – com a ONG Terre de Femmes – e também aos direitos dos animais – fazendo parte inclusive do grupo PETA. Suas conhecidas “roupas de couro” por sinal, não são de couro: tratam-se de imitações sintéticas desenhadas e produzidas pela própria Doro em prol de reafirmar seu discurso de proteção por nossos amados irmãos animais.

Doro Pesch: Rock On!

Doro Pesch: Rock On!

 Ainda que apontada como Rainha do Metal, ela explicita com extrema simplicidade seu Amor incondicional pelos fãs em toda e qualquer oportunidade, curvando-se diante de uma verdadeira legião de súditos, indo até eles durante os shows e deixando-se abraçar enquanto canta e se declara, como eu mesmo testemunhei pessoalmente quando esteve este ano no Brasil. Eu disse fãs? Pois saibam que Doro prefere… bem, na verdade faz questão de nos chamar de família a todo momento. Essa é a grande verdade.

 Não há atributos que melhor definam a Nobreza de uma alma que Compaixão e Humildade. E o espírito de Doro Pesch faz jus ao seu título de Metal Queen indo muito além da música.

All Hail The Metal Queen! Long Live Doro Pesch!

Fontes:
http://www.doromusic.de/
http://www.terre-des-femmes.de/
http://www.peta.org/international/

DORO 30 Years Strong and Proud

Doro Pesch
Doro Pesch

 Isso mesmo: uma não-resenha. Por que? Porque se tornou muito fácil e ao mesmo tempo, monótono. Fácil, porém chato, vamos admitir. Além do mais, o que há para ser dito sobre essa mulher que praticamente todos os fãs de Heavy Metal já não tenham lido ou ouvido, não é mesmo? E sendo assim então, o que falar desse show no Carioca Club, em Sampa Rock City?

Bom, primeiramente ele me fez sair de casa mesmo tendo passado por uma semana de cão, com todos os típicos problemas modernos a que estamos acostumados, só que “tudo ao mesmo tempo agora” como dizem. Mas ainda assim, valeria muito o esforço ver a grandiosa Metal Queen, Sua MajestadeDoro Pesch, ao vivo no ano em que completa 50 anos de idade e 30 de carreira – e justamente no Dia Internacional da Mulher.

A única coisa técnica que vou dizer é a seguinte: som perfeito. Voz, guitarras, teclados, baixo e bateria. Dos clássicos às músicas de seu último álbum, é notável a presença de palco e entrosamento entre os integrantes da banda. E de onde essa mulher tira tanto fôlego e afinação? Que potência soberba! Que voz linda, cheia de drives charmosos e nuances que nos seduzem os ouvidos… mas voltemos à não-resenha.

Eu observo muito, demais mesmo, as pessoas em qualquer lugar, inclusive shows. Imprensa, equipe de som, público e por aí vai. Por mais que eu idolatre o artista que estiver se apresentando, ter percepção de como as pessoas reagem e interagem é sempre importante. Nesse quesito, Dorothee Pesch faz da audiência uma parte essencial da banda. Entendamos uma coisa: se ela estiver em um palco e você na platéia, você faz parte da banda.

Qualquer fã dessa mulher já sabe que ela é extremamente simpática, amorosa e absolutamente paciente com todos – digo isso pois o assédio dos fãs, principalmente dos homens, geralmente margeia a ousadia. Sabem aquele “quase” que você vê em vários momentos? Então.

Ainda assim, ela desce do palco, sobe na grade, se deixa abraçar, o pessoal segura em seus ombros, braços, passa a mão em seu cabelo, alguns fazem carinho em seu rosto… e ela não recua ou recusa! Sua confiança e certeza de que irão respeitá-la, é tremenda. Mais do que isso: sua paixão pelos fãs é o começo, meio e fim para tudo. Os “quases” que vi durante essas aproximações no show, são “quases” justamente por essa aura de respeito que ela tem pelos metalheads, no que acaba sendo retribuída. Como se dissesse nas entrelinhas “vocês são a minha família, amo todos do fundo do coração… vocês não vão trair esse amor, sei disso.” – Daí eu pergunto: como não admirar Doro em todos os sentidos? Até mesmo porque ela costuma dizer isso em TODOS os shows, entrevistas e declarações.

Doro, Doro Pesch, Dorothee Pesch, Metal Queen… apelidos, nomes e títulos para alguém que ascendeu no mundo da música no início dos anos 80 e ainda permanece humilde como uma aspirante. Eu simplesmente não consigo expressar minha satisfação ao ver essa lenda viva do Metal de perto pela segunda vez, mas agora em um palco, que é seu trono por direito. Testemunhar toda aquela troca de energia, pessoas dos 18 aos 50 e poucos, cantando, saudando, sorrindo e brindando, explica muito sobre Doro.

Doro Pesch: Metal Queen

Doro Pesch: Metal Queen

O que eu trago aqui, é apenas o resumo de um fã. Listar músicas e fazer comentários técnicos… bom, é algo que até estou acostumado a fazer, mesmo sendo trabalhoso. Com bandas em ascenção, tenho muito mais prazer e até vejo mais sentido, afinal de contas, quero que as pessoas as conheçam. Mas fazer isso com bandas e artistas já consagrados, além de redundante, muitas vezes perde o sentido. Prefiro falar de aspectos humanos longamente e do show em si de maneira seca e direta. Sim, o show foi absolutamente foda e eu não esperava menos.

Doro Pesch tem a mesma importância de Dio em minha formação musical – e quem me conhece, sabe que isso é o máximo dentro do máximo, fazendo dela A Deusa do Metal, tanto quanto Ronnie James Dio foi e sempre será O Deus do Metal. Todos os requisitos estão presentes em sua música e suas atitudes: qualidade, talento, humildade e muito, muito amor pelos fãs. Por esses e outros tantos motivos, esta não é uma resenha do show de Doro Pesch. É apenas o meu muito obrigado à vocalista que é simplesmente a personificação de tudo que há de melhor no mundo da música. 

Raise Your Fist In The Air – Doro Pesch (Official Video)

ROCK ON, DORO!!! \m/

Fontes & Referências: http://www.doromusic.de/index2_en.php

“Bad Blood” Doro Pesch (Official Video)

Angels Never Die

 Em 1993, Doro Pesch lança seu quarto disco solo de estúdio, Angels Never Die. Com quatro singles, a música Bad Blood destaca-se como um deles evidentemente por sua qualidade, mas há um plus no que diz respeito ao vídeo: trata-se de uma crítica ao preconceito, racismo e aos violentos atos de intolerância que a Humanidade tem perpetrado ao longo de sua história.

 A poderosa voz e a sempre maravilhosa interpretação da Metal Queen, mesclam-se a cenas históricas de opressão étnica, e cenas com atores interpretando situações bastante comuns ainda hoje – infelizmente. A preocupação em trazer uma vez mais à tona tais eventos e ataques motivados por ódio, com o intuito de conscientizar as pessoas e levar-nos à reflexão, rendeu ao vídeo de Doro uma premiação no MTV Europe Music Awards.

“Bad Blood” Doro Pesch (Official Video)

“Bad blood, rivers run dry
Thunder comes and the children cry, bad blood
Never can change, no one here to blame
Bad blood, older than time
Followed me down from my father’s tribe
Bad blood, making me shake
Running through my veins, bad blood”

Fontes e Referências: Coleção particular & http://www.doropesch.com/

Born To Raise Hell Motörhead (Live with Lemmy, Doro Pesch & Withfield Crane)

Lemmy & Doro Pesch

As pessoas precisam aprender a simplesmente relaxar, se divertir. Sem culpas, sem cobranças, sem censuras. Aprender a chutar o balde vez por outra pode salvar sua vida, sabia? Enxergar certas situações pela ótica do “e daí?” renova suas forças, confiem nisso.

Não estou falando de bancar o imbecil, “pagar de machão” ou de “garota malvadona”. É saber que há coisas pelas quais não vale a pena perder tempo, juventude e paciência. É olhar para aquela pessoa idiota que acabou de tentar te ferrar e dar preferência à cerveja gelada que está na sua mão. É aceitar que vai passar uma vida inteira errando e acertando. É saber que curtir o melhor da vida não significa bancar o estúpido(a). É ter a malandragem de perceber com o que não deve se importar. Nem toda batalha deve ser travada. Algumas vezes ignorar é o suficiente. Brindemos a isso ao som de Born To Raise Hell, cortesia de Motörhead e cia.

Born To Raise Hell – Motörhead (Official Video)

All We AreDoro Pesch & Warlock (Official Video)

Warlock Triumph and Agony Cover

Triumph And Agony

 Triumph And Agony (1987) é o quarto e derradeiro álbum do Warlock, banda cujo maior feito além de ter composto músicas simplesmente fantásticas – algumas das quais verdadeiros hinos do Heavy Metal – foi ter colocado ainda mais em evidência uma jovem que já na época revelava-se uma impressionante vocalista, mostrando-se mais do que digna do título que lhe foi conferido com o passar dos anos, Sua Majestade Imperial e Real, a Metal Queen, Doro Pesch.

 Por agora apenas reverenciemos toda a autoridade de Doro ainda nos tempos de Warlock… Rock On!!!

All We Are Doro Pesch & Warlock

“Stronger than a mountain of steel
Faster than hell on wheels
We’ve got we’ve got all the power we need
Let’s build a playground on this old battelfield”

Fontes & Referências: Discografia Oficial e http://www.doropesch.com/