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THE LOVE I NEVER HAD – Ivan Busic (Clip Oficial)

Ivan Busic The Love I Never Had Rock And Road

Foto teaser de Ivan Busic no clip “The Love I Never Had”.

Não que eu nunca tenha falado isso antes, mas Ivan Busic possui um talento musical que parece ser inesgotável – para nossa sorte. Seja como baterista do Dr. Sin, ao lado de Andria Busic e de Edu Ardanuy, em apresentações ao vivo, em estúdio, dando aulas de bateria, em workshops, participando de projetos ou agora também como vocalista em sua carreira solo com o álbum Rock and Road, fica uma vez mais evidente que esse sujeito tem não apenas talento de sobra, mas uma paixão sem igual pelo Rock N Roll.

Claro que muitos de nós já conhecemos as aptidões musicais de Ivan há anos, ele nunca fez segredo do fato de ser um músico completo. Ainda assim, é sempre gratificante poder ver que além de ser um dos melhores bateristas do Brasil, o cara é versátil a ponto de compor músicas fantásticas, fora da pegada consagrada do Dr. Sin, e ainda se mostrar um vocalista de primeira linha!

Falando em vocal, ao longo das faixas de Rock and Road, em mais de um momento Ivan me remete a David Coverdale (Whitesnake), o que por si só já é um grande mérito. Mas o fato é que as composições são realmente muito boas em todos os seus detalhes, um trabalho inspirado como poucos hoje em dia. O disco carrega uma forte influência Hard, flertando também abertamente com Folk e Blues – como ele mesmo chegou a declarar em entrevistas – ignorando fronteiras que podem tornar o Rock algo chato, monótono e bitolado. Isso apenas comprova novamente que quando falamos de Rock, estamos falando de um universo muito maior do que esses “guetos” ridículos que tantos defendem e atacam em nosso meio.

Mas voltando ao lançamento do clip, The Love I Never Had é a faixa de abertura de Rock and Road, contando com a participação certeira de seus famosos companheiros de Dr. Sin: seu igualmente talentoso irmão Andria Busic e, naturalmente, o grande Edu Ardanuy (com um solo de lavar alma!). O clip ficou muito bom, super bem produzido e com uma fotografia de extremo bom gosto. Quanto à música então… Bem, a música é uma puta aula de Rock pra ninguém botar defeito.

Álbum: Rock and Road.
Produção: Andria Busic.
Lançamento: Unimar Music.
Vídeo clipe: Pier 66 Produções por Plinio Scambora.

Quer ver outro clip de Ivan Busic? Rock On: https://rockuniverse.wordpress.com/2014/03/24/you-rule-my-world-ivan-busic-video-oficial-3a-faixa-do-cd-rock-and-road/

Fonte: http://drsin.com.br/rock/

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YOU RULE MY WORLD Vídeo oficial da 3ª faixa do CD Rock And Road de Ivan Busic

Foto Ivan Busic

Ivan Busic: Rock And Road.

 Ao que tudo indica, a família Busic padece de algo chamado “amor incurável pelo música”. O DR SIN mal regressou do Motorcycle Rock Cruise e Ivan Busic já lançou oficialmente o primeiro clip de seu primeiro trabalho solo, o fantástico disco Rock And Road.

 Logo que ouvi o CD pela primeira vez, fiquei com a sensação de estar ouvindo algum vocalista clássico de Hard Rock. Em vários momentos algo me remeteu a David Coverdale. Dias depois, ouvi alguns amigos e colegas dizendo a mesma coisa. Isso sem falar que é uma música melhor que a outra, putz… bom, mas isto não é uma resenha do disco já lançado, estou aqui para falar do vídeo, não é mesmo?

 You Rule My World é a 3ª faixa do disco solo de Ivan e apresenta o mesmo como um vocalista absolutamente preciso, coeso, seguro, afinadíssimo e com um timbre sensacional. As cenas do clip misturam momentos de ensaios e gravações no estúdio Sonata 84, com cenas de camarim e shows no Manifesto Rock Bar. A produção é do Coletivo TR3S Produções e o Rock N Roll de Ivan Busic é altamente contagioso. Aperte o play e caia na estrada.

You Rule My World Ivan Busic (Vídeo Oficial)


Fontes: perfil e assessoria oficial de Ivan Busic -> https://www.facebook.com/ivan.busic.5682

INTACTUS – O novo CD do DR SIN

DR SIN - INVICTUS

DR SIN – INVICTUS

Os Doutores do Rock não param um único segundo e já estão com um novíssimo disco engatilhado: INTACTUS.

É sempre gratificante constatar que veteranos do naipe de Andria Busic, Ivan Busic e Edu Ardanuy têm muito mais fôlego e amor pela música que muito moleque por aí. Mais do que gratificante, é um verdadeiro alívio.

Segue logo abaixo um breve depoimento de Ivan Busic sobre o novo trabalho dessas verdadeiras lendas vivas do Rock Brasil:

 DR SIN é um power trio que desde sua formação em 1992, nunca sofreu mudanças em suas bases! Continuamos ao longo de todos esses anos, unidos e “intocados”, “impolutos”, “ilibados” e este é o significado deste nosso mais novo trabalho: “INTACTUS”. “INTACTUS” vem ao encontro com toda a essência que eu, Andria e Edu buscamos durante toda nossa carreira. Nunca nos vendemos por modismos e nunca levantamos nenhuma bandeira. Amamos o rock e sempre quisemos disseminar a verdadeira alma do nosso trabalho.” – Ivan Busic, baterista.


Pelo que nós só podemos ser eternamente gratos, Ivan. Aguardamos ansiosamente a nova porrada. Rock on!

Fontes & Referências:
1 – Assessoria oficial do DR SIN;

Rock In Rio 2013 Opinião sobre 13 shows

Logo do Rock In Rio

Rock In Rio 2013

Não é um “Top 13”, não existe ordem de relevância e são somente opiniões pessoais, não verdades absolutas – com uma ou outra opinião técnica sobre as bandas e alguns de seus músicos. Não vi todas as bandas do evento, mas das que vi os shows completos, seguem minhas impressões (muito) resumidas.
 
1 – Iron Maiden – Apresentação primorosa e um set malandramente certeiro, baseado nos clássicos consagrados. Jogo ganho. Você não precisa e nem deve entupir seu set de músicas novas num evento do porte de um Rock In Rio. Por mais que possam ser músicas excelentes, guarde-as para sua turnê fora de 90% dos grande festivais. E foi o que o Maiden fez.
2 – Metallica – Incríveis. A banda consegue manter um padrão praticamente inalterável de qualidade absoluta ao vivo. James domina tudo num raio de quilômetros. É impressionante a soberania do homem diante do público. No mais, os quatro devem ser robôs, cyborgs, warlords, sei lá. Só sei que foi uma apresentação irretocável.
Viper em sua formação 2012 para A To Live Again Tour

Viper: Guilherme Martin, Pit Passarell, André Matos, Hugo Mariutti e Felipe Machado. (Foto: Nando Machado/Wikimetal)

3 – Viper + André Matos – Minha banda favorita de Metal do Brasil. Gosto deles tanto quanto gosto do Maiden, mas tenho uma extrema preocupação com a voz de André Matos que mesmo sendo um grande vocalista, falha claramente algumas vezes. No mais, Felipe, Pit e Guilherme parecem nunca ter saído do palco e dos holofotes – e o Hugo é um reforço à altura da importância da banda, isso é inegável. É o habitat natural deles. Uma banda que NUNCA, JAMAIS em TEMPO ALGUM deveria deixar de existir. Resumindo: Long Live Viper!

Símbolo do DR SIN

DR SIN

4 – DR SIN + Roy Z + Republica – Show impecável, músicas fantásticas e precisão absoluta. Sim, sou tão fã do Dr Sin quanto do Viper. A participação do gigante Roy Z, um dos meus guitarristas favoritos, foi uma sacada inteligente para ambos. A tal banda República, não é ruim em absoluto, mas dados os monstros que estavam no palco com eles, admito: passei meio que batido pelo som deles. Ainda assim, do pouco que lembro, os caras não fizeram feio. Voltando ao DR SIN, o que vi, foi o mitológico Eduzinho “Malmsteen” Ardanuy barbarizando como sempre; Ivan “Simpatia” Busic tremendamente forte, técnico e carismático – aliás, um tremendo vocalista também como já sabemos há tempos e agora com um disco solo recentemente lançado; e o Andria que já é um puta baixista incontestável… meus amigos, o sujeito parece um vinho da melhor qualidade. Quanto mais o tempo passa, melhor ele canta. Andria “Assombroso” Busic, uma referência gigante para qualquer vocalista ou aspirante. Aprendam com esse homem!

Símbolo do Sepultura

Sepultura

5 – Sepultura – Porradaria sem fim como se não houvesse amanhã. Aquele pessoal do Les Tambours du Bronx caiu feito uma luva, mas também não fiquei surpreso. Não é de hoje que a banda flerta com todo tipo de percussão mundo afora. Já na apresentação com Zé Ramalho (que eu particularmente gosto muito), algumas músicas funcionaram melhor que as outras, mas no geral até que não ficou ruim. Nada menos que um show memorável.

6 – GhostEu entendi a proposta dos caras, até curto bastante um lance mais performático, teatral… mas não me convenceram, sinto muito. Tudo bem que o contexto não ajudou nem um pouco, contudo não acho certo terem hostilizado a banda como fizeram.
7Bon Jovi – Sempre curti, sempre fui fã, mas novamente a questão da voz foi determinante. Merece nosso respeito pela estrada e, principalmente, pela coragem. Seria o caso de baixar os tons e quem sabe mudar os arranjos de várias músicas. Jon, você continua incrível, mas precisa estudar uma solução para as músicas em tons muito altos.
8 – Bruce Springsteen – Como não amar esse cara? Acabou de fazer 64 anos (23/09) e pouco antes de seu aniversário passou como um rolo compressor em cima de tudo e todos, feito um garoto de 20. Exemplo de humildade e talento. Como falei em um post do Facebook: fez um verdadeiro show dentro de seu próprio show. E ainda me fez acreditar na imortalidade, porque nem de longe parece ter mais de 50 e tantos anos, que dirá mais de 60. 
Kiara Rocks Cover

Kiara Rocks

9 – Kiara Rocks – Não achei assim tão terrível como muitos disseram – e bota muitos nisso. Ok, não vou dizer que achei maravilhoso, realmente foi algo meio constrangedor em alguns momentos. Mas recorreram a covers e à presença de um dos meus maiores ídolos, Paul Di’Anno. Ter visto esse homem ao vivo num Rock In Rio 2013 foi de lacrimejar. Wrathchild no Rock In Rio com o vocal original… Maiden, vocês deram mole de não chamar (ou não conseguir convencer, dar o braço a torcer, vai saber) o cara pra fazer uma jam bombástica no final. Engraçado isso, mas o show da banda se tornou quase desimportante diante da presença de Di`Anno. Não digo isso com o intuito de desrespeitar, mas foi uma manobra inteligente ter colocado Paul no palco e atrair aplausos e olhares emocionados. Também colocaram o Marcão (Charlie Brown Jr), ou seja, tudo para tentar contornar a ferocidade do público. Com a presença desses convidados, além de Wrathchild, levaram também Highway to Hell (AC/DC, na qual aliás o Cadu saiu-se muito bem, justiça seja feita) e Blitzkrieg Bop (Ramones). Ah! Falei que o Kiara abriu com Ace Of Spades do Motörhead? Pois é, estava mais do que evidente o receio quanto à receptividade do público headbanger – e com toda razão. Quanto ao vocal do Cadu, tão duramente criticado, ele poderia fazer menos drives, distorcer menos a voz. Percebi que quando ele resolver cantar mais e rosnar menos, fica muito melhor.

10 – Sebastian Bach – A voz e o peso da cantar agudo desde a juventude fez muitas vítimas nesse Rock In Rio e convenhamos, ele foi mais uma delas. Hits incríveis foram conduzidos muito abaixo da expectativa. Ainda assim, outro que merece nosso respeito pela coragem de tentar. Skid Row será eterno, mas novamente: se Bach realmente quiser continuar na estrada, mesmo que solo, precisa arrumar uma solução honesta para seus vocais nas partes mais sôfregas.
11 – Slayer – No começo tive a impressão de que a voz de Araya sumia e voltava, mas depois parece que tudo se acertou. Gosto da banda, não costumo acompanhar muito, mas estão super em forma. Hanneman sempre lembrado pelos fãs e homenageado pela banda. Sentaram a porrada, rodas surgiram e todos tinham 20 e poucos anos novamente – inclusive a banda.
12 – Helloween + Kai Hansen – Olha, eu consegui gostar da banda pra valer até o álbum Time Of The Oath. Depois disso, prefiro ouvir Gamma Ray (banda de Kai Hansen) e os projetos de Michael Kiske (vocalista original). Eu até que gosto dos vocais do Andi Deris (inclusive em sua carreira solo, que aliás, recomendo), mas as músicas foram caindo muito no padrão Helloween de qualidade se querem saber a verdade. No mais, grande jogada tocarem junto com Kai Hansen. Contudo, se quiserem sentir algo realmente com o espírito Helloween, vocês DEVEM conhecer Unisonic, a banda que Hansen e Kiske montaram. Escrevi sobre eles há mais de um ano: https://rockuniverse.wordpress.com/2012/01/13/unisonic-michael-kiske-kai-hansen-e-o-primeiro-video-oficial-do-projeto/

Capital Inicial

Capital Inicial no Rock In Rio 2013
(Fonte: https://www.facebook.com/capitalinicial)

13 – Capital InicialVamos lá. Das que cantam em português, ainda deve ser a minha preferida em atividade. Desde o Aborto Elétrico, passando pela Legião Urbana, o que temos são esses caras não deixando o legado morrer. Sei que uns 8 em cada 10 fãs de Rock Nacional simplesmente odeiam, zombam, xingam e etc, mas sigo gostando e muito. Tanto dos clássicos da banda, quanto de seus sucessos mais recentes, podemos dizer que a qualidade musical e lírica segue despreocupadamente, imune às críticas que não visam debater, apenas desconstruir. Com a entrada de Yves nas guitarras e as composições de Pit, seguem firmes e fortes. Claro, muitos não sabem, mas o baixista Pit Passarell da banda Viper, responsável por boa parte dos Clássicos do Metal Brasil, é também o compositor por trás de 90% dos hits do Capital Inicial nos últimos anos. Ele conseguiu se destacar maravilhosamente em DOIS gêneros do Rock, ou seja, sou duplamente fã dele e do Capital. Chupa pessoalzinho from Hell. Quanto ao discurso do Dinho, melhor deixar pra lá.

Fontes e Referências: http://rockinrio.com/rio/

Bug do MilênioMundo Cao (Vídeo Oficial – Versão Acústica)

Mundo Cao: Fabio Gadel e Zeca Salgueiro

Mundo Cao: Fabio Gadel e Zeca Salgueiro

 Após um brevíssimo hiato para shows, ensaios, pockets, entrevistas e demais afazeres típicos de músicos profissionais, o Mundo Cao retorna gradualmente às atividades indoor, tendo liberado o vídeo oficial de um recente ensaio do trio. Para todos os efeitos podemos considerar que proveniente desse ensaio surgiu uma versão acústica também oficial de Bug do Milênio (9ª faixa do álbum de estreia da banda, Mundo Cao), tamanha a qualidade do áudio e vídeo do mesmo, com edição e tomadas profissionais – e convenhamos que apesar da primeira impressão, de “caseiro” esse vídeo tem somente a casa na qual foi filmado o ensaio da banda.

Mundo Cao: Felipe Abdala

Mundo Cao: Felipe Abdala

 Fabio Gadel (guitarrista/vocalista) no violão de 12 cordas e vocal, Zeca Salgueiro (baixista/vocalista) no violão convencional e vocais, e Felipe Abdala – o excelente baterista que entrou no lugar do grande Ivan Busic – na bateria/percussão, acabaram por emprestar uma roupagem totalmente nova a Bug do Milênio. Com um arranjo totalmente intimista e de forte pegada Country Rock, Fabio, Zeca e Felipe recriaram essa música em uma versão tão boa (ou talvez até melhor) que a original. Se for tão boa quanto a versão plugada ou melhor, na verdade tanto faz: o importante é que ficou realmente excelente.

Bug do Milênio – Mundo Cao (Vídeo Oficial – Versão Acústica)

Fontes & Referências

Facebook: https://www.facebook.com/bandamundocao

Twitter: @MundoCaoBanda

Site: http://bandamundocao.com.br/

Ziv Produções World Music Press: http://www.zivworldmusicpress.com/

Show do Mundo Cao no Inferno Club – 20/02

Mundo Cao: Show no Inferno

Respeitável público Rock de São Paulo: no dia 20/02, segunda-feira, o Hard Rock crítico, inteligente e divertido da banda Mundo Cao vai dar as caras no Inferno Club, uma das mais conhecidas e agitadas casas de show para quem curte um som de excelente qualidade.

Zeca Salgueiro (baixo/vocal), Fabio Gadel (guitarra/vocal) e Felipe Abdala (substituindo Ivan Busic na bateria) farão a semana de Carnaval valer a pena, principalmente para aqueles que não tem a menor afinidade com samba e derivados, e não abre mão jamais do bom e velho Rock ´N Roll!

Banda Mundo Cao Zeca Salgueiro, Fabio Gadel e Felipe Abdala

Mundo Cao (da esquerda para a direita): Felipe Abdala, Fabio Gadel e Zeca Salgueiro

Caso ainda não conheça a banda, publicamos um review completo do CD de lançamento dos caras em novembro de 2011: https://rockuniverse.wordpress.com/2011/11/13/mundo-cao-hard-rock-critico-e-acido-humano/

Ainda está na dúvida? Então aqui vai um aperitivo:

Maloqueiro Sem Futuro – Mundo Cao

Inferno Clubhttp://www.infernoclub.com.br/
Rua Augusta, 501 – Consolação
Tel. (11) 3120-4140

Fontes: Zeca Salgueiro & Mundo Cao -> https://www.facebook.com/bandamundocao
http://www.bandamundocao.com.br/

DR. SIN – The King – Música em homenagem ao Mestre DIO no aniversário do Manifesto Bar!

Manifesto Rock Bar: Templo do Rock no Brasil

No dia 19/11/11 comemorou-se o aniversário de 17 anos do melhor rock bar de São Paulo – e particularmente para este que vos fala, o melhor do Brasil – o Templo Sagrado do Rock ´N Roll conhecido como Manifesto Rock Bar. O fato por si só é um chamado a todos os headbangers, mas como se isso não bastasse, o presente para o Manifesto e seu público foi o show de lançamento do novo CD do DR. SIN, batizado com o singelo nome Animal. Cheguei a publicar anteriormente aqui no Rock Universe algumas matérias e notas sobre essa pequena obra-prima do trio, fruto do trabalho e de toda a experiência acumulada pela melhor banda de Hard Rock brasileira de todos os tempos, mas trataremos com mais profundidade da importância de Andria Busic, Ivan Busic e Edu Ardanuy em uma outra oportunidade, com a devida atenção e respeito que eles de fato merecem. A discografia eu já conhecia toda – não por um acaso sou fã desses caras – mas vê-los ao vivo impressiona mesmo aqueles que já os viram e ouviram dezenas, centenas de vezes em seu ambiente natural: o palco de um show de Rock. Aproveitem esse aperitivo para as futuras matérias que estamos preparando sobre a banda em 2012…

DR. SIN – The King

Muito obrigado ao DR. SIN por ter criado algo tão perfeito para representar dignamente o Eterno Deus-Rei do Metal, o Soberano do Rock ´N Roll: Long Live Ronnie James Dio \m/

Fontes: Cobertura do evento pela equipe Rock Universe & http://www.youtube.com/user/DRSITE81