Posts Tagged ‘Motörhead’

“All For Metal” apresenta vários artistas consagrados do metal, que também podem ser vistos no videoclipe. Entre eles, estão Mille Petrozza (Kreator), Johan Hegg (Amon Amarth), Chuck Billy (Testament), o saudoso Warrel Dane (Nevermore e Sanctuary), Jeff Waters (Annihilator), integrantes do SabatonRoss The Boss (Manowar), Rock ‘N’ Rolf (Running Wild), integrantes do DetraktorTommy Bolan (ex-Warlock), Andy Brings e o The Ultimate Doro Clan.

Doro explica: “Eu acho que a música ‘All For Metal’ é um hino como ‘All We Are’, com alguns ótimos convidados cantando, que são todos meus amigos. É uma música ótima para shows e espero que vocês gostem, pois é uma das minhas preferidas!”

Entre os músicos participantes está Warrel Dane, vocalista do Nevermore e Sanctuary falecido em dezembro do ano passado ‘All For Metal’ já é uma das músicas favoritas de Doro Pesch | Foto: divulgação … 966 mais palavras

via Doro lança clipe de ‘All For Metal’ com integrantes do Testament, Amon Amarth, Kreator e outros — Rockarama

“Fast” Eddie Clarke, ex-guitarrista do Motörhead e Fastway, faleceu ontem, 10 de janeiro, aos 67 anos, após uma batalha contra a pneumonia. Clarke integrou o Motörhead entre os anos de 1976…

via Morre Fast Eddie Clarke, ex-guitarrista do Motörhead e Fastway — Rockarama

R.I.P. Lemmy Kilmister – O Dia em que o Trovão silenciou

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Lemmy se foi. Não há muito o que enfeitar sobre isso, é uma porrada real e certeira. Foram 70 anos de vida, mais de 50 como músico, 40 deles dedicados ao Motörhead. O homem era uma máquina de fazer Rock N Roll.

As primeiras 24 horas foram muito esquisitas. Abri e fechei o editor de texto várias vezes, simplesmente não sabia o quê ou como dizer. Nem mesmo se eu queria dizer algo, para ser bem honesto. Pouco dormi. Comi mecanicamente. Enquanto ouvia suas músicas na primeira madrugada após sua morte, eu tentava assimilar a perda. Pensava “outra baixa da magnitude de Ronnie James Dio em meu universo musical… vai ser assim?” – Como se houvesse alguma outra opção além de aceitar… que lendas sobrevivem apenas em nossas lembranças, por mais que sejamos contemporâneos dos nossos mitos modernos. Caras como Lemmy tornam-se imortais em vida, nublando nosso discernimento para o óbvio: a Natureza tem suas leis a seguir, quer você queira, quer não. Vale para mim, vale para você e vale até mesmo para o adorado e “indestrutível” Lemmy.

De roadie do Jimi Hendrix, ao seu próprio lugar de direito como lenda viva do Rock, Ian Fraser “Lemmy” Kilmister trovejou em todos os palcos do mundo, trilhou praticamente todas as estradas da vida – as certas e as erradas – merecendo cada gesto de reconhecimento, cada grito, cada noite virada, cada brinde.

The Ace Of Spaces

The Ace Of Spaces

Divertido, mal-encarado, talentoso, beberrão, humilde, sem frescuras, porém educado, paciente e cordial. Não existe nenhum grande mistério quando você é uma pessoa espontânea e não fica forçando a barra, querendo parecer o que não é, nem bonzinho demais e nem malvado demais. Todos os relatos em primeira pessoa que chegaram a mim até hoje (infelizmente eu mesmo nunca pude conhecê-lo), dão conta de que ele era alguém que não ficava botando banca de grosso e valentão sem necessidade, ao contrário do que muitos acreditam e alguns até pensam estar imitando, sabe-se lá tentando provar o quê. Acho que ele daria umas boas risadas de algumas dessas pessoas e ficaria bem puto com outras.

Era perceptível em suas declarações, a postura de um homem que aprendeu ao longo de 7 décadas, que tudo que começa, acaba, tudo que sobe, desce. Aliás, não tem muito tempo, deixou claro com todas as letras que estava em Paz consigo e com o mundo, reconhecendo publicamente que não teria razão para temer a morte.

RIP Lemmy

Passados os excessos da juventude, Lemmy Kilmister só queria viver da melhor maneira que soubesse, mas sem abrir mão da simplicidade crua de sempre, que acabou lhe rendendo boa parte da fama. Curtir um som, rir, fumar, jogar, sair pra beber e transar. Apenas isso, sem delírios de grandeza. Se para nós, ele foi e será eternamente um ícone, mito, lenda, patriarca ou qualquer que seja o termo, isso é um problema nosso. Ele mesmo nunca se atribuiu a importância que teve ou ao menos nunca se comportou como se tivesse, muito pelo contrário. E isso fazia dele um sujeito ainda mais extraordinário. Nunca se importou em ser rico ou famoso, não era esse seu objetivo, foram apenas consequências. Só queria se divertir como o cara humilde que era e fazer com que nos divertíssemos tanto quanto ele, através dessa inexplicável energia chamada Rock N Roll. Pois saiba que você conseguiu, Lemmy. Missão cumprida.

Motörhead For Life. Lemmy Lives Forever. Rock In Peace, Lemmy… see ya.

Fontes & Referências
http://www.imotorhead.com/
https://www.facebook.com/OfficialMotorhead/
https://www.facebook.com/OfficialLemmy/
http://www.blabbermouth.net/news/motorheads-lemmy-dead-at-70/
http://www.rollingstone.com/music/news/the-tao-of-lemmy-18-great-quotes-from-the-motorhead-frontman-20151229
http://www.areah.com.br/vip/lemmy-kilmister/materia/123246/1/pagina_1/13-licoes-de-vida-de-lemmy-kilmister.aspx
http://www.mirror.co.uk/3am/celebrity-news/motorheads-lemmy-kilmister-playing-video-7085769

É isso mesmo: Lemmy resolveu liberar na íntegra o novo disco do Motörhead uma semana antes do seu lançamento oficial.

Capa Aftershock do Motörhead

Motörhead: Aftershock

O álbum não será lançado até 22/10/2013. Mas como Lemmy quer mostrar que é um pai gente fina, resolveu aliviar nossa ansiedade. Não é porque sou fã, mas PUTA QUE PARIU, que som é esse??? Que aula humilhante de Rock ´N Roll. Sem falar que Lost Woman Blues é um puta de um Blues, que nossa…

Falando nisso, conheçam as 13 faixas que compõem Aftershock:

1. “Heartbreaker” (3:05)
2. “Coup De Grace” (3:45)
3. “Lost Woman Blues” (4:09)
4. “End Of Time” (3:17)
5. “Do You Believe” (2:59) 

Motörhead 2013

Motörhead 2013

6. “Death Machine” (2:37) 
7. “Dust And Glass” (2:51) 
8. “Going To Mexico” (2:51) 
9. “Silence When You Speak To Me” (4:30)
10. “Crying Shame” (4:28)
11. “Queen Of The Damned” (2:41)
12. “Knife” (2:57)
13. “Keep Your Powder Dry” (3:54)
14. “Paralyzed” (2:50 ) 

Canta, toca, compõe, é uma lenda vida do Rock e ainda coloca o dedo na nossa cara e fala: “Aprendam como se faz, bando de pirralhos…”. Bom, chega de conversa. Acessem o link para conhecer o mais recente massacre sonoro do Motörhead, Aftershock: http://music.yahoo.com/blogs/stop-the-presses/hear-first-mot%C3%B6rhead-album-aftershock-155949808.html

Fontes: http://imotorhead.com/
https://www.facebook.com/OfficialLemmy
https://www.facebook.com/OfficialMotorhead
http://music.yahoo.com/

Rock In Rio 2013 Opinião sobre 13 shows

Logo do Rock In Rio

Rock In Rio 2013

Não é um “Top 13”, não existe ordem de relevância e são somente opiniões pessoais, não verdades absolutas – com uma ou outra opinião técnica sobre as bandas e alguns de seus músicos. Não vi todas as bandas do evento, mas das que vi os shows completos, seguem minhas impressões (muito) resumidas.
 
1 – Iron Maiden – Apresentação primorosa e um set malandramente certeiro, baseado nos clássicos consagrados. Jogo ganho. Você não precisa e nem deve entupir seu set de músicas novas num evento do porte de um Rock In Rio. Por mais que possam ser músicas excelentes, guarde-as para sua turnê fora de 90% dos grande festivais. E foi o que o Maiden fez.
2 – Metallica – Incríveis. A banda consegue manter um padrão praticamente inalterável de qualidade absoluta ao vivo. James domina tudo num raio de quilômetros. É impressionante a soberania do homem diante do público. No mais, os quatro devem ser robôs, cyborgs, warlords, sei lá. Só sei que foi uma apresentação irretocável.
Viper em sua formação 2012 para A To Live Again Tour

Viper: Guilherme Martin, Pit Passarell, André Matos, Hugo Mariutti e Felipe Machado. (Foto: Nando Machado/Wikimetal)

3 – Viper + André Matos – Minha banda favorita de Metal do Brasil. Gosto deles tanto quanto gosto do Maiden, mas tenho uma extrema preocupação com a voz de André Matos que mesmo sendo um grande vocalista, falha claramente algumas vezes. No mais, Felipe, Pit e Guilherme parecem nunca ter saído do palco e dos holofotes – e o Hugo é um reforço à altura da importância da banda, isso é inegável. É o habitat natural deles. Uma banda que NUNCA, JAMAIS em TEMPO ALGUM deveria deixar de existir. Resumindo: Long Live Viper!

Símbolo do DR SIN

DR SIN

4 – DR SIN + Roy Z + Republica – Show impecável, músicas fantásticas e precisão absoluta. Sim, sou tão fã do Dr Sin quanto do Viper. A participação do gigante Roy Z, um dos meus guitarristas favoritos, foi uma sacada inteligente para ambos. A tal banda República, não é ruim em absoluto, mas dados os monstros que estavam no palco com eles, admito: passei meio que batido pelo som deles. Ainda assim, do pouco que lembro, os caras não fizeram feio. Voltando ao DR SIN, o que vi, foi o mitológico Eduzinho “Malmsteen” Ardanuy barbarizando como sempre; Ivan “Simpatia” Busic tremendamente forte, técnico e carismático – aliás, um tremendo vocalista também como já sabemos há tempos e agora com um disco solo recentemente lançado; e o Andria que já é um puta baixista incontestável… meus amigos, o sujeito parece um vinho da melhor qualidade. Quanto mais o tempo passa, melhor ele canta. Andria “Assombroso” Busic, uma referência gigante para qualquer vocalista ou aspirante. Aprendam com esse homem!

Símbolo do Sepultura

Sepultura

5 – Sepultura – Porradaria sem fim como se não houvesse amanhã. Aquele pessoal do Les Tambours du Bronx caiu feito uma luva, mas também não fiquei surpreso. Não é de hoje que a banda flerta com todo tipo de percussão mundo afora. Já na apresentação com Zé Ramalho (que eu particularmente gosto muito), algumas músicas funcionaram melhor que as outras, mas no geral até que não ficou ruim. Nada menos que um show memorável.

6 – GhostEu entendi a proposta dos caras, até curto bastante um lance mais performático, teatral… mas não me convenceram, sinto muito. Tudo bem que o contexto não ajudou nem um pouco, contudo não acho certo terem hostilizado a banda como fizeram.
7Bon Jovi – Sempre curti, sempre fui fã, mas novamente a questão da voz foi determinante. Merece nosso respeito pela estrada e, principalmente, pela coragem. Seria o caso de baixar os tons e quem sabe mudar os arranjos de várias músicas. Jon, você continua incrível, mas precisa estudar uma solução para as músicas em tons muito altos.
8 – Bruce Springsteen – Como não amar esse cara? Acabou de fazer 64 anos (23/09) e pouco antes de seu aniversário passou como um rolo compressor em cima de tudo e todos, feito um garoto de 20. Exemplo de humildade e talento. Como falei em um post do Facebook: fez um verdadeiro show dentro de seu próprio show. E ainda me fez acreditar na imortalidade, porque nem de longe parece ter mais de 50 e tantos anos, que dirá mais de 60. 
Kiara Rocks Cover

Kiara Rocks

9 – Kiara Rocks – Não achei assim tão terrível como muitos disseram – e bota muitos nisso. Ok, não vou dizer que achei maravilhoso, realmente foi algo meio constrangedor em alguns momentos. Mas recorreram a covers e à presença de um dos meus maiores ídolos, Paul Di’Anno. Ter visto esse homem ao vivo num Rock In Rio 2013 foi de lacrimejar. Wrathchild no Rock In Rio com o vocal original… Maiden, vocês deram mole de não chamar (ou não conseguir convencer, dar o braço a torcer, vai saber) o cara pra fazer uma jam bombástica no final. Engraçado isso, mas o show da banda se tornou quase desimportante diante da presença de Di`Anno. Não digo isso com o intuito de desrespeitar, mas foi uma manobra inteligente ter colocado Paul no palco e atrair aplausos e olhares emocionados. Também colocaram o Marcão (Charlie Brown Jr), ou seja, tudo para tentar contornar a ferocidade do público. Com a presença desses convidados, além de Wrathchild, levaram também Highway to Hell (AC/DC, na qual aliás o Cadu saiu-se muito bem, justiça seja feita) e Blitzkrieg Bop (Ramones). Ah! Falei que o Kiara abriu com Ace Of Spades do Motörhead? Pois é, estava mais do que evidente o receio quanto à receptividade do público headbanger – e com toda razão. Quanto ao vocal do Cadu, tão duramente criticado, ele poderia fazer menos drives, distorcer menos a voz. Percebi que quando ele resolver cantar mais e rosnar menos, fica muito melhor.

10 – Sebastian Bach – A voz e o peso da cantar agudo desde a juventude fez muitas vítimas nesse Rock In Rio e convenhamos, ele foi mais uma delas. Hits incríveis foram conduzidos muito abaixo da expectativa. Ainda assim, outro que merece nosso respeito pela coragem de tentar. Skid Row será eterno, mas novamente: se Bach realmente quiser continuar na estrada, mesmo que solo, precisa arrumar uma solução honesta para seus vocais nas partes mais sôfregas.
11 – Slayer – No começo tive a impressão de que a voz de Araya sumia e voltava, mas depois parece que tudo se acertou. Gosto da banda, não costumo acompanhar muito, mas estão super em forma. Hanneman sempre lembrado pelos fãs e homenageado pela banda. Sentaram a porrada, rodas surgiram e todos tinham 20 e poucos anos novamente – inclusive a banda.
12 – Helloween + Kai Hansen – Olha, eu consegui gostar da banda pra valer até o álbum Time Of The Oath. Depois disso, prefiro ouvir Gamma Ray (banda de Kai Hansen) e os projetos de Michael Kiske (vocalista original). Eu até que gosto dos vocais do Andi Deris (inclusive em sua carreira solo, que aliás, recomendo), mas as músicas foram caindo muito no padrão Helloween de qualidade se querem saber a verdade. No mais, grande jogada tocarem junto com Kai Hansen. Contudo, se quiserem sentir algo realmente com o espírito Helloween, vocês DEVEM conhecer Unisonic, a banda que Hansen e Kiske montaram. Escrevi sobre eles há mais de um ano: https://rockuniverse.wordpress.com/2012/01/13/unisonic-michael-kiske-kai-hansen-e-o-primeiro-video-oficial-do-projeto/

Capital Inicial

Capital Inicial no Rock In Rio 2013
(Fonte: https://www.facebook.com/capitalinicial)

13 – Capital InicialVamos lá. Das que cantam em português, ainda deve ser a minha preferida em atividade. Desde o Aborto Elétrico, passando pela Legião Urbana, o que temos são esses caras não deixando o legado morrer. Sei que uns 8 em cada 10 fãs de Rock Nacional simplesmente odeiam, zombam, xingam e etc, mas sigo gostando e muito. Tanto dos clássicos da banda, quanto de seus sucessos mais recentes, podemos dizer que a qualidade musical e lírica segue despreocupadamente, imune às críticas que não visam debater, apenas desconstruir. Com a entrada de Yves nas guitarras e as composições de Pit, seguem firmes e fortes. Claro, muitos não sabem, mas o baixista Pit Passarell da banda Viper, responsável por boa parte dos Clássicos do Metal Brasil, é também o compositor por trás de 90% dos hits do Capital Inicial nos últimos anos. Ele conseguiu se destacar maravilhosamente em DOIS gêneros do Rock, ou seja, sou duplamente fã dele e do Capital. Chupa pessoalzinho from Hell. Quanto ao discurso do Dinho, melhor deixar pra lá.

Fontes e Referências: http://rockinrio.com/rio/

“Outro Lado” – Sioux 66 (Vídeo Oficial)

Sioux 66 (Foto: Thomas Henne)

Sioux 66 (Foto: Thomas Henne)

Igor Godoi - Vocals.

Igor Godoi – Vocal.

 Sioux 66 é apenas uma tremenda banda, saibam disso. E como tantas outras no Brasil, acaba perdendo um pouco de espaço para toneladas de bandas cover nas baladas de Rock da vida. Sim, bato novamente nessa tecla: gosto de algumas (poucas) bandas cover, considero super válido, não serei hipócrita de dizer que não gosto e amanhã ou depois, um de vocês topa comigo no Manifesto ou no Inferno Club bebendo e aproveitando a programação 90% cover – porque no final das contas, não tem jeito de fugir mesmo. Mas é algo burro e absurdo ignorar bandas autorais como essa. Que puta trampo bem feito!

 Resumindo os achievements recentes dos caras: eles “só” ficaram em 17º lugar entre as 25 bandas finalistas do Sweden Rock Festival 2013, no qual concorreram com mais de 1.500 bandas inscritas do mundo todo e que ficaram pelo caminho. “Só isso”. Eu votei nos caras, falei deles pra meio mundo, troquei uma ideia super rápida com o Bento (um dos guitarristas e responsáveis pelo Lokaos Rock Show – que por sinal muito admiramos e somos fãs) pelo Facebook em fevereiro desse ano (fui olhar o histórico e editei aqui, tinha colocado 2012, sorry), e eu só não tinha produzido nada sobre eles – até agora.

Fernando Mika - Guitar.

Fernando Mika – Guitarra.

 Segundo a própria Sioux 66, suas influências são: Guns N’ Roses, Rolling Stones, Ramones, Sex Pistols, Metallica, Kiss, Alice In Chains, Motorhead, Velvet Revolver, Skid Row, Ozzy e Sixx: A.M.

Fabio Bonnies - Baixo.

Fabio Bonnies – Baixo.

 “Boas referências não são garantia de boa música” – Concordo totalmente. Mas esse é um daqueles casos em que a banda faz jus às mesmas. O bom gosto é bastante perceptível em todos os detalhes dos arranjos e da produção.

Gabriel Haddad - Bateria

Gabriel Haddad – Bateria.

Bento Mello - Guitars.

Bento Mello – Guitarra.

 Para quem não acredita em Hard Rock visceral em Português, daqueles que beiram e até mesmo se mesclam venenosamente ao Heavy Metal, com sérias pitadas Punk Rock, segura essa porrada na orelha!

“Outro Lado” Sioux 66 (Vídeo Oficial)

P.S. – Quem sabe agora que está tocando no rádio, o pessoal dê mais atenção, não é?

Fontes: http://sioux66.com.br/

https://www.facebook.com/sioux66oficial

Born To Raise Hell Motörhead (Live with Lemmy, Doro Pesch & Withfield Crane)

Lemmy & Doro Pesch

As pessoas precisam aprender a simplesmente relaxar, se divertir. Sem culpas, sem cobranças, sem censuras. Aprender a chutar o balde vez por outra pode salvar sua vida, sabia? Enxergar certas situações pela ótica do “e daí?” renova suas forças, confiem nisso.

Não estou falando de bancar o imbecil, “pagar de machão” ou de “garota malvadona”. É saber que há coisas pelas quais não vale a pena perder tempo, juventude e paciência. É olhar para aquela pessoa idiota que acabou de tentar te ferrar e dar preferência à cerveja gelada que está na sua mão. É aceitar que vai passar uma vida inteira errando e acertando. É saber que curtir o melhor da vida não significa bancar o estúpido(a). É ter a malandragem de perceber com o que não deve se importar. Nem toda batalha deve ser travada. Algumas vezes ignorar é o suficiente. Brindemos a isso ao som de Born To Raise Hell, cortesia de Motörhead e cia.

Born To Raise Hell – Motörhead (Official Video)